sexta-feira, 12 de maio de 2017

Guiné-Bissau & Literatura - 'ADMIRÁVEL DIAMANTE BRUTO', de Waldir Araújo - Lisboa 2008



Guiné-Bissau & Literatura - Contos guineenses do pós independência


'ADMIRÁVEL DIAMANTE BRUTO'
De Waldir Araújo
Edição Recarbon
Lisboa 2008


Livro com 146 páginas, como novo. Em excelente estado de conservação.
De difícil localização.


Da contra-capa:
"Apesar de o tratar sempre por 'primo', Ansumane sabe, naturalmente o verdadeiro nome do ex-futebolista, mas, como este pedira desde que chegara a Portugal, o que conta agora é a nova e bizarra identidade adoptada, Admirável Diamante Bruto. Ninguém sabe onde o homem foi buscar tal designação, talvez tenha sido uma frase que lera num livro, num título de um jornal, num conto policial, nas palavras cruzadas que gostava de fazer, vá-se lá saber. Ansumane recebeu o recado e decidiu contactar o primo no dia seguinte. Depois da primeira conversa apercebeu-se logo de que Admirável Diamante Bruto estava em apuros.

Admirável diamante Bruto e outros contos, um conjunto de histórias impregnadas com a magia e a fantasia da alma africana, marca a estreia de Waldir Araújo no mundo editorial."



Do ÍNDICE:
- PREFÁCIO;
- Admirável Diamante Bruto;
- O dia do amor-próprio;
- Salvo pela morte;
- Destinatário presente;
- O dia em que fui salvo pelo Pai Natal;
- O escritor do solitário;
- 'Quer flor?';
- A segunda (é de) vez;
- destino de Dubianká;
- O último salto;
- Ide em Paz;
- Herança;
- Sem motivos para rancor;
- Glossário;



O AUTOR:
"WALDIR ARAÚJO nasce na Guiné-Bissau em 1971.
Em 1985 viaja pela primeira vez, para Portugal. Na bagagem traz o prémio obtido no concurso literário do Centro Cultural Português em Bissau subordinado ao tema 'A Fundação da Nacionalidade Portuguesa'.
É em Lisboa que prossegue os estudos secundários e académicos, em Direito, e alimenta a paixão pelas palavras. Jornalista desde 1996, passa pela imprensa escrita, pertencendo aos quadros da revista 'VALOR' e colaborando com vários jornais. Desde 2001 que exerce a profissão na RDP África.
a actividade literária porém não cessa. Publica, de forma regular, prosas e poemas em sites culturais portugueses e brasileiros. Em 2004 é lhe atribuída a Bolsa de Criação Literária pelo Centro Nacional de Cultura, de Portugal, o que lhe proporciona uma investigação de vários meses junto da comunidade dos 'Rebelados', na ilha de Santiago, Cabo Verde.
'Admirável Diamante Bruto' e outros contos é a primeira aventura do autor nos contos, depois da colaboração com os jornais literários 'Bagatelas' e 'Rascunho'. Treze estórias que nos transportam para o quotidiano da sua Guiné, através do olhar de um narrador, cuja existência carrega também o desencanto de uma certa urbanidade."


Preço: 12,50€;

África & Rodésia - 'CASA DE PEDRA', de Cristina Lamb - Lisboa 2009 Raro



África & Rodésia - A história verídica de uma família dividida no Zimbabwe devastado pela guerra


'CASA DE PEDRA'
De Cristina Lamb
Edição Pedra da Lua
Lisboa 2009


Livro com 288 páginas, muito ilustrado e como novo. Em excelente estado de conservação.
De difícil localização.
Raro.


Da contra-capa:
"Que existem sempre duas versões para a mesma história nunca foi tão bem ilustrada como neste fascinante livro"
'DAILY MAIL'

"Numa manha de sol, Nigel Hough, um dos últimos fazendeiros brancos do Zimbabwe de Mugabe, recebeu a notícia que temia - junto ao portão da sua fazenda, um grupo de negros exigiam que lhe entregasse a casa e as propriedades. Para seu horror, identificou Aqui a a sua empregada estimada por toda a família liderando a multidão em fúria que lhe ocuparia as terras.
Ao reconstituir as vidas cruzadas de Nigel Hough e Aqui - rico e pobre, branco e negra, patrão e empregada - através de entrevistas íntimas e comoventes, Christina Lamb não só identifica as causas de um terrível conflito como nos transmite a sua convicção íntima de que ainda há esperança num dos mais belos países do continente africano.
(...) Nunca compreendi porque razão os zimbabweanos não se revoltam contra o seu líder, como fizeram os povos da Jugoslávia e da Ucrânia. Irritava-me que continuassem a perguntar porque razão o mundo exterior não intervinha, quando eles próprios nada faziam para melhorarem a sua situação. Porém, naquele momento em Kambu Zuma, ao ver as pessoas a queimar os seus haveres, amedrontadas, compreendi pela primeira vez até que ponto o regime de vinte e cinco anos de Mugabe tinha oprimido a população. Na manhã seguinte tomei um café com Nelson Chamisa, o jovem líder do Partido de oposição, o Movimento para a Mudança Democrática. contrariando a sua reputação de agitador incansável, Chamisa mantinha os olhos pregados na chávena, parecendo absolutamente derrotado. 'Agora, o povo jamais se rebelará', disse ele. 'Mugabe pode fazer o que muito bem quiser´. Christina Lamb"



Do ÍNDICE:
- MAPA;
- PRÓLOGO;
1. - Kraal de Zhakata, 1970;
2. - Fazenda Riverdale, Headlands, 1971;
3. - Kraal de Zhakata, 1973;
4. - No comboio para Salisbury, 1974;
5. - Kraal de Zhakata, 1974;
6. - Salisbury, 1976;
7. - Marondera, 1980;
8. - Salisbury, 1980;
9. - Dombotombo, Marondera, 1986;
10. - Victoria Falls, 1990;
11. - Marondera, 1993;
12. - Guanghzou, China 1991;
13. - Marondera, 1999;
14. - New Life Centr Church, Marondera, 16 de Abril de 2000;
15. - Kraal zhakata, 2001;
16. - Fazenda Kendor, Maio de 2002;
17. - Fazenda Kendor, 5 de Agosto de 2002;
- ADENDA;
- EPÍLOGO: GRANDE ZIMBABWE, NOVEMBRO DE 2005;
- ILUSTRAÇÕES;
- CRONOLOGIA;
- GLOSSÁRIO;
- AGRADECIMENTOS;



A AUTOR:
"Christina Lamb destacou-se como correspondente de guerra em jornais como o 'SUNDAY TIMES', tendo publicado artigos sobre o Zimbabwe desde 1994 e visitado frequentemente o país, correndo enormes riscos, pois a imprensa britânica está proibida de lá entrar. Foi a primeira jornalista a denunciar os campos de tortura de Mugabe e a Operação Murambatswina ('Limpem o Lixo'). Lamb foi declarada pelo regime de Mugabe como inimiga do Estado."


Preço: 17,50€;

segunda-feira, 8 de maio de 2017

Angola & Literatura - 'QUINAXIXE', de Arnaldo Santos (1.ª Edição CEI) - Lisboa 1965 - MUITO RARO




Angola & Literatura - Uma das obras mais marcantes da literatura anti-colonial da autoria de um escritor da resistência angolana ao colonialismo


'QUINAXIXE' - 1.ª edição
De Arnaldo Santos
Edição CEI (Casa dos Estudantes do Império)
Capa de José João
Lisboa 1965


Livro com 112 páginas e em muito bom estado de conservação.
De muito, muito difícil localização.
MUITO, MUITO RARO.


Do ÍNDICE:
- QUINAXIXE;
- O VELHO PEDRO;
- EXAMES DA 1.ª CLASSE;
- A MENINA VITÓRIA;
- ALMAS DE OUTRO MUNDO;
- QUARTA-FEIRA DE CINZAS;
- A MULHER DO PADEIRO;
- MORTE DO VELHO NORONHA;
- DESPERTAR;



ARNALDO SANTOS (Luanda, 14 de Março de 1935):
Nasceu na Ingombota, em Luanda. Foi um dos integrantes do Grupo de Cultura na década de 1950.
Entre 1959 e 1960, morou em Portugal, onde recebeu a influência de Amílcar Cabral, Castro Soromenho, Mário Pinto de Andrade e de autores marxistas.
Trabalhou na revista 'Novembro' e no 'Jornal de Angola'. Colaborou também com as revistas 'Cultura', 'ABC' e 'Mensagem' (revista dos estudantes da Casa do Império).
Publicou poesias no jornal 'O Brado Africano'. Seu primeiro livro foi a colectânea de poemas 'Fuga', em 1965. Estreou-SE na ficção com o livro de contos 'Quinaxixe'. A consagração veio em 1968, com as crónicas reunidas em 'Tempo de Munhungo', obra vencedora do 'Prémio Mota Veiga'.
Após a independência de Angola, foi director do Instituto Nacional do Livro e do Disco e do Instituto Angolano do Cinema.
Foi um dos fundadores da União dos Escritores Angolanos."
In https://pt.wikipedia.org/wiki/Arnaldo_Santos


OBRAS:
Poesia
- 'Fuga' (1960);
- 'Poemas no Tempo' (1977);
- 'Nova Memória da Terra e dos Homens' (1987);


Contos e novelas
- 'Quinaxixe' (1965);
- 'Prosas' (1977);
- 'Kinaxixe e Outras Prosas';
- 'Na Mbanza do Miranda' (1985);
- 'Cesto de Katandu e outros contos' (1986);
- 'A Boneca de Quilengues' (1991);


Crónicas
- 'Tempo do Munhungo' (1968);

Romance
- 'A Casa Velha das Margens' (1999);


Preço: 70,00€;

Moçambique & Literatura - 'CHIGUBO', de José Craveirinha (1.ª Edição CEI) - Lisboa 1964 - MUITO RARO



Moçambique & Literatura - A primeira obra do maior poeta e escritor moçambicano


'CHIGUBO' - 1.ª edição
De José Craveirinha
Capa de José Pádua
Edição da CEI (Casa dos Estudantes do império)
Lisboa 1964


Livro com 36 páginas e em muito bom estado de conservação. Com as folhas ainda por 'abrir'.
De muito, muito difícil localização.
MUITO, MUITO RARO.


Sobre o autor:
"Considerado o maior poeta africano de língua portuguesa e, em particular, um dos fundadores da literatura moçambicana. Referindo-se à sua importância na cultura moçambicana, Mia Couto afirma que 'Craveirinha está para Moçambique como Camões está para Portugal', não havendo distância entre escritores contemporâneos e antigos em Moçambique, como acontece na literatura portuguesa. Mia Couto salienta ainda: 'do ponto de vista da intensidade, da maneira como ele marcou toda uma geração, inclusivamente os prosadores como eu, ele é uma espécie de marco, de fundamento, é o nosso chão, é o chão da nossa literatura'."


Da contra-capa:
"A poesia de José Craveirinha distingue-se pela utilização de uma linguagem que vai directamente ao fundo do problema e que articula os problemas específicos do mundo moçambicano numa zona do conhecimento que se caracteriza pela sua força dialéctica.

Deste modo cada um dos versos, cada uma das palavras, contém uma carga emotiva e ao mesmo tempo ligada ao teor do real, que permite ao leitor uma tomada de contacto íntimo com a substância íntima de um homem moçambicana, que se distingue pela sua inclusão num quadro social perfeitamente determinado.

Deste modo o poeta é não já o simples fazedor de versos, mas antes um homem participante, que conhece o valor de cada coisa nas suas relações com o homem e procura estruturar, na veemência da palavra, um caminho para o futuro."




Do ÍNDICE:
- Manifesto;
- Msaho de aniversário;
- Imprecação;
- Poema do futuro cidadão;
- África;
- Ode a uma carga perdida num barco incendiado chamado Save;
- Chigubo (Para Claude Coufon);
- Subida;
- Mulata Margarida;
- Jambul;
- Grito Negro;
- Sangue da minha mãe;
- Hino à minha terra.




JOSÉ CRAVEIRINHA (28.05.1922 - 06.02.2003):
Escritor moçambicano, José Craveirinha nasceu a 28 de Maio de 1922, em Lourenço Marques (actual Maputo), e faleceu a 6 de Fevereiro de 2003, na África do Sul. Os seus restos mortais repousam na cripta da Praça dos Heróis, em Maputo, Capital de Moçambique.
Filho de pai algarvio cuja família partira para Moçambique em 1908 em busca de fortuna, estudou na escola 'Primeiro de Janeiro', pertencente à Maçonaria. Ainda adolescente, começou a frequentar a Associação Africana.
Colaborou em 'O Brado Africano', que tratava de assuntos de carácter local e que dissessem principalmente respeito à faixa da população mais desprotegida. Fez campanha contra o racismo no 'Notícias', onde trabalhava, tendo sido o primeiro jornalista oficialmente sindicalizado. Em 1958, começou a trabalhar também na Imprensa Nacional. Continuou no 'Notícias' até à fundação do jornal 'A Tribuna', em 1962.
Trabalhou e colaborou também, no 'Notícias da Tarde', 'A Voz de Moçambique', 'Notícias da Beira', 'Voz Africana', 'O Cooperador', 'Revista Nova' e revista 'Tempo'.
Foi funcionário público, desportista, associativista, ensaísta e folclorista.
Entre 1964 e 1968 esteve preso, em virtude da sua ligação à FRELIMO, mas teve a oportunidade de conhecer na prisão o pintor Malangatana.
Começou a escrever cedo, mas a sua poesia demorou a ser publicada. Em Lisboa, a primeira obra a surgir foi 'XIGUBO', em 1964, através da Casa dos Estudantes do Império. Sendo um auto-didacta, exerceu a função de jornalista, tendo usado vários pseudónimos, designadamente, José Mangachane, Mário Vieira, J.C., Jesuino Cravo, Abílio Cossa, António Sousa.
A partir de determinada altura, a consciência política do autor passou a reflectir-se em obras como 'O Grito' e 'O Tambor'. Apesar de a sua obra reflectir a influência dos surrealistas, é fortemente marcada por todo um carácter popular e tipicamente moçambicano. A sua poesia possui um carácter social que radica nas camadas mais profundas do povo moçambicano.
Escritor de ligações afectivas com Portugal, foi-lhe atribuído o 'Prémio Camões' em 1991 e recebeu condecorações dos presidentes de Portugal e de Moçambique, Jorge Sampaio e Joaquim Chissano respectivamente.
Recebeu outros importantes prémios pela sua obra, dos quais se destacam o 'Prémio Alexandre Dáskalos' (1962), 'Prémio Nacional de Itália' (1975), 'Prémio Lótus' (1983) e o 'Prémio Voice of Africa' da Ordfront Publishing House (Suécia, 2002).
Vice-presidente do Fundo Bibliográfico de Língua Portuguesa, escritor galardoado com o prémio 'Vida Literária' da Associação de Escritores Moçambicanos, foi homenageado no dia 28 de Maio de 2002, na sequência da iniciativa do governo moçambicano em consagrar o ano de 2002 a José Craveirinha.
Foi o primeiro moçambicano a ser agraciado com o título doutor Honoris Causa pela Universidade Eduardo Mondlane em 2002.

(Adaptação - fonte - http://www.wook.pt e http://www.alcanceeditores.co.mz/biografia/jose-joao-craveirinha/)


Preço: 62,50€;

Angola & Literatura - 'TERRA MORTA', de Castro Soromenho - Lisboa 1961 - MUITO RARO




Ultramar - Angola & Literatura - Uma das melhores obras do autor, proibidas de circular durante o regime do Estado Novo logo após o seu lançamento


'TERRA MORTA' - 2.ª edição
De Castro Soromenho
Capa de Sebastião Rodrigues
Editora Arcádia
Lisboa 1961


Livro com 270 páginas, capas duras e sobrecapas, em muito bom estado de conservação, sobrecapas externas com sinais de uso e desgaste.
De muito difícil localização.
MUITO RARO.


Um dos escritores de maior referência na literatura colonial (nasceu em Moçambique e viveu de forma intensa em Angola), editou uma vasta bibliografia entre contos, novelas, romances e pesquisa etnográfica, esta edição foi desde logo proibida, face às suas posições críticas em relação ao regime do Estado novo. (Ver 'Livros Proibidos no Regime Fascista', Presidência do Conselho de Ministros – Comissão do Livro Negro Sobre o Regime Fascista, Lisboa, 1981).


Da badana:
"Nascido na Zambézia em 1910, Castro Soromenho foi dos modernos escritores portugueses aquele que mais se interessou pelo drama da gente negra. A sua qualidade de africano, aliada a um espantoso poder descritivo, levou-o a compreender e a transmitir em obras de elevado nível literário, a realidade da África e do seu povo. Durante vinte anos, Castro Soromenho coligiu no interior de Angola, o material necessário para as obras que viria a produzir. Foi a sua fase de recolha, recolha de situações, de paisagens, de abnegações e de revoltas, de tipos humanos, pretos e brancos, de injustiças e de rancores.

Depois, Castro Soromenho iniciou a sua actividade literária escrevendo pequenos contos de acentuado sabor poético. Poético, afinal, é o próprio escritor 'por fidelidade à África', segundo escreveu Roger Bastide - talvez o crítico que melhor compreendeu Castro Soromenho.

(...)

É, sobretudo em 'TERRA MORTA' e 'VIRAGTEM' que Castro Soromenho atinge o cume da sua evolução literária. Nessas duas obras-primas está patente a África contemporânea com os seus problemas fervilhantes de actualidade. Soromenhor, que começara por contemplar um passado envolto em lenda, mostra a sua envergadura ao atacar fundamentalmente, impiedosamente, os problemas que avassalam o continente negro, procurando analisar os erros e as incompreensões que os geraram.

'TERRA MORTA' mostra-nos um Castro Soromenho pujante mas acerbo, implacável, sem condescendências de nenhuma espécie, um frio fotógrafo de almas humanas que se revelam tais quais são, deformadas, por vezes de hediondas, num ambiente rude que não propicia mascaramentos. O autor reuniu um friso de personagens que, em toda a sua dureza, protagonizam o entrechoque das duas raças em presença numa circunscrição perdida de Angola.

Com este livro que a Arcádia se orgulha de apresentar ao público português, Castro Soromenho atinge um ponto alto na sua carreira de grande escritor voltado para as realidades do Ultramar e para os problemas que brancos e negros afrontam ou provocam, num contacto só aparentemente rotineiro mas prenhe de constrangimentos, de hipocrisia e de violência latente."



Fernando Monteiro de CASTRO SOROMENHO (Chinde, 31 de Janeiro de 1910 – São Paulo, 18 de Junho de 1968):
"Foi um jornalista, ficcionista e etnólogo moçambicano.
É considerado um escritor do movimento neo-realista português e igualmente um romancista da literatura angolana.

Castro Soromenho nasceu em Moçambique e foi com um ano de idade para Angola. Era filho de Artur Ernesto de Castro Soromenho, governador de Lunda, e de Stela Fernançole de Leça Monteiro, natural do Porto e de família cabo-verdiana. Entre 1916 e 1925 estudou em Lisboa o ensino primário e liceal. Regressou a Angola onde trabalhou para a Companhia de diamantes de Angola e, em seguida, entrou para o quadro administrativo de Angola, na categoria de aspirante, servindo nos sertões do leste da colónia. Posteriormente, torna-se redactor do jornal 'Diário de Luanda'. Em 1937, regressa a Lisboa, colaborando em diversos jornais como: semanário 'Humanidade' do jornal 'Diário Popular', 'A Noite', 'Jornal da Tarde', 'O Século', 'Seara Nova', 'O Diabo', 'O Primeiro de Janeiro' e 'Dom Casmurro'. Encontra-se colaboração jornalística da sua autoria numa crónica sobre os "exploradores portugueses em África", nº 12 do semanário 'Mundo Literário' (1946–1948).

Em 1949, casou-se com Mercedes de la Cuesta na Argentina. Em virtude de fazer críticas ao regime salazarista, foi obrigado a ir para o exílio em França em 1960. Mais tarde foi para os Estados Unidos da América onde foi professor na Universidade do Wisconsin e ministrou o curso de literatura portuguesa. Regressou à França em Agosto de 1961 e colaborou com as revistas 'Présence Africane' e 'Révolution'. Em Dezembro de 1965, foi viver para o Brasil onde faleceu. No Brasil, regeu cursos na Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras da Universidade de São de Paulo e na Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Araraquara.

Dedicou-se também ao estudo da etnografia angolana, tendo sido um dos fundadores do Centro de Estudos Africanos da Universidade de São Paulo."

In: https://pt.wikipedia.org/wiki/Fernando_Monteiro_de_Castro_Soromenho


OBRAS:
- 'Lendas negras' (contos) (1936);
- 'Nhari: o drama da gente negra' (contos e novelas) (1938);
- 'Imagens da cidade de S. Paulo de Luanda' (1939);
- 'Noite de angústia' (romance) (1939);
- 'Homens sem caminho' (romance) (1941);
- 'Sertanejos de Angola' (história) (1943);
- 'A aventura e a morte no sertão: Silva Pôrto e a viagem de Angola a Moçambique' (história) (1943);
- 'Rajada e outras histórias' (contos) (1943);
- 'A expedição ao país do oiro branco' (história) (1944);
- 'Mistérios da terra' (etnografia) (1944);
- 'Calenga' (contos) (1945);
- 'A maravilhosa viagem dos exploradores portugueses' (etnografia) (1946);
- 'Terra morta' (romance) (1949);
- 'Samba' (conto) (1956);
- 'A voz da estepe' (conto) (1956);
- 'Viragem' (romance) (1957);
- 'Histórias da terra negra' (contos, novelas e uma narrativa) (1960);
- 'Portrait: Jinga, reine de Ngola et de Matamba' (1962); e
- 'A chaga' (romance) (1970);


Preço: 60,00€;

Ultramar & Colonialismo - 'O TRADICIONAL ANTI-RACISMO DA ACÇÃO CIVILIZADORA DOS PORTUGUESES', de António Alberto de Andrade - Lisboa 1953 - Muito Raro



Ultramar & Colonialismo - Inventariação das normas e legislação secular de integração e protecção das populações indígenas do império português


'O TRADICIONAL ANTI-RACISMO DA ACÇÃO CIVILIZADORA DOS PORTUGUESES'
De António Alberto de Andrade
Edição da Agência-Geral do Ultramar
Lisboa 1953


Livro com 44 páginas, ilustrado com a reprodução de diversos documento históricos e em muito bom estado de conservação.
De muito difícil localização.
Muito raro.


Referência e destaque para a reprodução de diversos documentos que sustentam a tese do autor, sobre as normas e legislação de protecção das populações indígenas das parcelas do império português espalhado pelo mundo (Angola, Cabinda, Cabo Verde, Goa, Guiné, Macau, Moçambique, S. Tomé e Príncipe e Timor).


Preço: 27,50€;

África & Revolução - 'RETRATO DO COLONIZADO precedido do RETRATO DO COLONIZADOR', de Albert Memmi Lisboa 1974 - RARO



África & Revolução - A dictomia colonizador / colonizado em estudo amplamente referenciado


'RETRATO DO COLONIZADO precedido do RETRATO DO COLONIZADOR'
De Albert Memmi
Mondar editores
Lisboa 1974


Livro com 200 páginas e em muito bom estado de conservação.
De muito difícil localização.
RARO.


Da contra-capa:
"Foi o colonialismo que criou o patriotismo dos colonizados.
Mantidos por um sistema opressivo ao nível do animal, não se lhes deu nenhum direito, nem mesmo o de viver, e a sua condição piorou cada dia;
quando o povo não tem outro recurso senão o de escolher o seu género de morte, quando não recebeu dos seus opressores mais do que uma dádiva, o desespero que lhes resta ainda perder?
é a sua infelicidade que se transformará em coragem;
dessa eterna recusa que a colonização lhe opõe ele fará a recusa absoluta da colonização.
O segredo do proletariado, disse um dia Marx, é que leva em si a destruição da sociedade burguesa.
É necessário estar grato a Memmi por nos ter lembrado que o colonizado também tem o seu próprio segredo, e que nós assistimos à atroz agonia do colonialismo.

Jean-Paul Sartre"



Do ÍNDICE:
- Nota da edição francesa;
- Prefácio do autor à edição de 1966;
- Prefácio de Jean-Paul Sartre;

RETRATO DO COLONIZADOR
1. - O colono existirá?;
2. - O colonizador que se recusa;
3. - O colonizador que se aceita;

RETRATO DO COLONIZADO
1. - Retrato mítico do colonizado;
2. - A situação do colonizado;
3. - As duas respostas do colonizado;

- Conclusão;



Preço: 27,50€;

quarta-feira, 3 de maio de 2017

Ultramar & Colonialismo - 'VIAGEM POR TERRAS DE ÁFRICA', de Eduardo Fernandes de Matos - Lisboa 1954 - (ASSINADO) - RARO



Ultramar & colonialismo - Viagem do autor às antigas colónias africanas de Angola, Moçambique e S. Tomé e Príncipe com extraordinárias descrições da época


'VIAGEM POR TERRAS DE ÁFRICA' - ASSINADO
De Eduardo Fernandes de Matos
Edição do autor
Lisboa 1954


Livro com 360 páginas, muito ilustrado e em muito bom estado de conservação. Assinado pelo autor e com dedicatória.
De muito difícil localização.
RARO.


O autor realizou uma viagem pelas antigas colónias africanas de Angola, Moçambique e s. Tomé e Príncipe e relata nesta obra magníficas descrições das paisagens, das populações e da convivência multi-racial que verificou, além do desenvolvimento desses territórios para a época, meados da década de cinquenta do século passado.

Um documento histórico hoje em dia e de grande importância para conhecer o papel colonizador de Portugal e dos portugueses.


Do ÍNDICE:
- Agradecimento;
- Dedicatória;
- Preito de Homenagem;
- Terra nostra;
- Viagem por terras de África;
- Como surgiu a ideia da viagem;
- Emoção da partida;
- Rumo à Madeira;
- Adeus à Madeira;
- A caminho de S. Tomé;
- Chegada a S. Tomé;
- Ilha de S. Tomé;
- Passagem do Equador;
- Passagem por Luanda;
- De passagem por Lobito;
- Do lobito a Cape-Town;
- A cidade do Cabo;
- A caminho de Lourenço Marques;
- Em Lourenço Marques;
- Lourenço Marques;
- O que apreciar em Lourenço Marques;
- Arredores de Lourenço Marques;
- Ilha de Moçambique;
- Pela região do Niassa;
- Do Niassa à Zambézia;
- Pela Zambézia;
- Continuando pela Zambézia;
- Quelimane;
- Da Zambézia para Manica e Sofala;
- A cidade da Beira;
- Uma viagem ao Ruvué;
- Rumo ao sul do Save;
- Inhambane;
- Voltando a Angola;
- Em Moçambique - A caminho de Sá da Bandeira;
- Sá da Bandeira;
- De Sá da Bandeira a Nova Lisboa;
- A cidade de Nova Lisboa e o seu valor económico;
- Prosseguindo sobre Nova Lisboa e os planaltos de Benguela e Bié;
- O cultivo do milho em África;
- Regresso dos expedicionários - A caminho da Ganda;
- A região da Ganda;
- Descida do planalto;
- A cidade de Benguela;
- A caminho do lobito;
- De novo no lobito;
- Do lobito a Novo Redondo;
- Em presença do inimigo - Avivando feitos heróicos;
- A caminho de Gabela;
- Gabela jardim africano;
- Divagações a caminho de Malange;
- Continuando para Malange - As abelhas - O estafeta do correio - A ponte Salazar;
- Por Malange;
- As Quedas do duque;
- Vila Salazar;
- De Vila Salazar para Luanda;
- Luanda;
- O algodão em Catete;
- Visita ao Congo português;:
- Pelo Congo;
- Do Uíge ao Toto;
- De Toto para Ambriz;
- Regresso a Luanda;
- Regresso à Lisutânia - Despedida de Luanda;
- De novo no Funchal;
- Chegada a Lisboa - considerações finais;
- Aqui é Portugal;
- Para fechar.



Preço: 40,00€;

Angola - MPLA & UNITA - 'A GUERRA CIVIL EM ANGOLA 1975-2002', de Justin Pearce - Lisboa 2017



Angola - MPLA & UNITA - Uma grande investigação do jornalista britânico sobre a guerra civil e a sociedade angolana de 1975 a 2002


'A GUERRA CIVIL EM ANGOLA 1975-2002'
De Justin Pearce
Edição tinta da China
Lisboa 2017


Livro com 296 páginas, como novo. Em excelente estado de conservação.


SINOPSE
"A primeira grande investigação sobre a guerra civil angolana, desde 1975 até ao final do conflito, em 2002. Depois da independência, em 1975, acabada de sair da guerra colonial, Angola ficou dividida por um conflito interno que havia de durar mais de um quarto de século e que define os contornos do poder político angolano até à actualidade. A guerra civil teve de um lado a UNITA - associada aos EUA, à África do Sul do apartheid, e ao mundo rural da região central -, e do outro lado o MPLA - identificado com a União Soviética, Cuba e um universo urbano.

No meio ficou sempre a população, verdadeira protagonista deste livro. A partir de centenas de entrevistas com agricultores, professores, militares, membros dos partidos e muitos outros, e sem tomar partido, Justin Pearce reconstituiu a vertente humana da mais mortífera e longa guerra civil africana, apresentando um retrato inédito da relação do povo angolano com os movimentos políticos, da sua percepção sobre o que estava em jogo, das suas estratégias de sobrevivência e da definição de uma identidade política ainda hoje afectada pela desinformação, manipulação e, sobretudo, pelo medo. Com prefácio inédito de Rafael Marques, autor do livro diamantes de sangue."



Da badana:
"Este livro é excepcional. O melhor estudo que existe sobre as alianças políticas durante a guerra civil angolana, uma das mais longas e mortíferas de África, assim como uma das menos compreendidas: um contributo imcomparável para o estudo das noções de conflito, construção de nação, e formação de identidade no pós Guerra-fria."
- Ricardo Soares de Oliveira - Universidade de Oxford, autor de 'MAGNÍFICA E MISERÁVEL ANGOLA DESDE A GUERRA CIVIL'.

"O legado da guerra está patente, não apenas na persistência de um conceito partidário de nacionalismo que liga o interesse nacional à incumbência de um determinado partido. O memorialismo selectivo da guerra e suas consequências, da luta anticolonial à guerra civil e ao término desta, está também na base das reivindicações à legitimidade por parte do MPLA. Esta imposição de uma versão específica da memória pública é assegurada pelo controlo dos meios de comunicação social pelo estado, nas cidades, e pela integração das autoridades tradicionais, nos meios rurais."
- Justin Pearce.



Da contra-capa:
"A PRIMEIRA GRANDE INVESTIGAÇÃO SOBRE A GUERRA CIVIL ANGOLANA

Depois da independência, Angola ficou dividida por um conflito interno que havia de durar mais de um quarto de século e que veio a definir os contornos do poder político angolano até à actualidade.

A guerra civil teve de um lado a UNITA, do outro lado o MPLA, mas no meio ficou sempre a população, verdadeira protagonista deste livro. A partir de centenas de entrevistas, e sem tomar partido, Justin Pearce reconstitui a vertente humana da mais mortífera e longa guerra civil africana, apresentando um retrato inédito das estratégias de sobrevivência do povo angolano, da sua percepção do conflito e da definição de uma identidade política ainda hoje afectada pela desinformação, manipulação e, sobretudo pelo medo."

*************************************************************************************************************
- "Ao invés de entrevistar apenas generais e políticos e de os questionar sobre a guerra, Pearce fala com os camponeses, os aldeãos, os professores e os meros militantes partidários, e procura compreender de que forma é que os angolanos se integraram em movimentos políticos rivais, e como é que a militância partidária determinou os seus actos e a sua vida."

- Rafael Marques - In PREFÁCIO



Do ÍNDICE:
- PREFÁCIO - Por Rafael Marques;
- NOTA sobre as fontes anónimas;
- Agradecimentos;

INTRODUÇÃO;
- Angola e a natureza da pertença política;
- Imaginar o Estado;
- O problema da identidade;
- Fontes e metodologia;
- Onde, o quê e quando;
1. - A MOBILIZAÇÃO ANTICOLONIAL E O ÊXODO DOS PORTUGUESES;
- Domínio colonial, nacionalismo e resistência;
- Golpe de Estado em Portugal;
- Angola depois do golpe;
- Conclusão;
2. - A UNITA, 1975-1976: DAS CIDADES À 'LONGA MARCHA';
- A partida do Huambo e a 'Longa marcha';
- Conclusão;
3. - O MPLA E A CONSTRUÇÃO DO ESTADO URBANO;
- As organizações de massa e a formação política;
- O serviço militar;
- conclusão;
4. - MIGRAÇÃO, REALOJAMENTO E IDENTIDADE;
- Conclusão;
5. - A UNITA NO PLANALTO CENTRAL, 1976-1991;
- A formação políticas das bases;
- Conclusão;
6. - A UNITA NA JAMBA;
- A formação política na Jamba;
- Organização social e governação sustentada pelo medo;
- O serviço militar;
- Ligações externas e ideologias importadas;
- Conclusão;
7. - A GUERRA DAS CIDADES;
- O Huambo;
- O Cuíto;
- Conclusão;
8. - OS ÚLTIMOS REDUTOS DA UNITA;
- A missão;
- As aldeias;
- Fuga e rendição;
- Conclusão;
9. - OS ACORDOS DE LUENA E A POLÍTICA ACTUAL;

CONCLUSÃO;

- NOTAS;
- ÍNDICE REMISSIVO;



Justin Pearce;
É professor de Política e Estudos Internacionais na Universidade de Cambridge (St. John’s College). Doutorou-se na Universidade de Oxford com uma investigação sobre a guerra civil angolana (2011) e fez o pós-doutoramento na Universidade de Londres. Foi jornalista na África do Sul, no Reino Unido e em Angola. Publica regularmente artigos em revistas como a African Affairs e o Journal of Southern African Studies. Este livro foi publicado originalmente pela Cambridge University Press (2015).


Preço: 25,00€;

África - 'HISTÓRIA GERAL DE CABO VERDE' AAVV - Lisboa 1988 - Muito Raro



África - História geral de Cabo Verde recolhida após a análise de inúmera documentação original dos últimos séculos


'HISTÓRIA GERAL DE CABO VERDE'
Direcção Luís de Albuquerque e Maria Emília Madeira Santos
Edição do Instituto de Investigação Científica Tropical e Direcção Geral do Património Cultural de Cabo Verde
Lisboa 1988


Livro com 326 páginas, de capas duras, como novo. em excelente estado de conservação.
De muito difícil localização.
Muito raro.


Após diversas diligências oficiais, coube ao Centro de Estudos de História e Cartografia Antiga (Instituto de Investigação Científica Tropical) e à Direcção-Geral do Património Cultural de Cabo Verde o honroso encargo de preparar uma História Geral da República de Cabo Verde, com a colaboração de historiadores cabo-verdianos e portugueses.


Preço: 52,50€;

África & Revolução - 'OS PRINCÍPIOS DE PAN-AFRICANISMO', de Charles Olapido Akinde - Lagos 1975 - Muito Raro



África & Revolução - As principais teses e pensamentos sobre o Pan-Africanismo em documento histórico


'OS PRINCÍPIOS DE PAN-AFRICANISMO'
De Charles Olapido Akinde
Tradução de Elísio Martins
Editorial Africa Studies e AFROGRÁFICA
Dinamarca & Nigéria, Lagos 1975


Livro com 64 páginas e em muito bom estado de conservação.
De muito difícil localização.
Muito Raro.


Do ÍNDICE:
- DEDICATÓRIA (A Amílcar Cabral);

- PREFÁCIO - Por Elísio Martins;
- INTRODUÇÃO;
- A Ideologia;
- As Crises;
- A nobreza da nossa causa;
- O problema da língua;
- No princípio;
- As fases do desenvolvimento do Pan-Africanismo;
- Qual é a experiência histórica de todos africanos através do mundo?
- Quem são os africanos no contexto do Pan-Africanismo?
- Será o Pan-Africanismo uma ideologia racista?
- O Movimento Pan-Africanista e os outros movimentos contra a opressão;
- A escola do pensamento Pan-Africanista e as outras escolas;
- Donde provém para nós a necessidade de um Movimento Pan-Africanista dentro de um mundo socialista em geral?
- O lugar do Pan-Africanista dentro da revolução socialista mundial e movimentos de libertação nacional;
- Qual é a diferença entre o Pan-Africanista e os outros africanos?;
- Pan-Africanismo e o problema da nacionalidade;
- A língua do Povo !;



Preço: 27,50€;

Portugal & História - 'VILA VIÇOSA - O encanto desta terra e os seus títulos de nobreza', de A. Luiz Gomes - Lisboa 1965 - ASSINADO - Muito Raro



Portugal & História - Vila Viçosa, os seus encantos e as sua populações e a nobreza local histórica


'VILA VIÇOSA - O encanto desta terra e os seus título de nobreza' - ASSINADO
De A. Luiz Gomes
Prefácio de Ramiro Valadão
Edição do Autor
Lisboa 1965


Livro com 32 páginas, ilustrado e em muito bom estado de conservação.
Exemplar com dedicatória e assinatura do autor.
De muito difícil localização.
Muito Raro.


Preço: 35,00€;

sábado, 29 de abril de 2017

Ultramar & Colonialismo - 'ANGOLA - NOTAS E COMENTÁRIOS', de Júlio Ferreira Pinto - Lisboa 1926 - MUITO RARO



Ultramar & Colonialismo - Análise sócio económica e colonial de Angola, dos seus habitantes portugueses e indígenas


'ANGOLA - NOTAS E COMENTÁRIOS'
De Júlio Ferreira Pinto
Prefácio de Ferreira do Amaral
Anotações de Veloso de Castro
Edição das Oficinas da Secção de Publicidade do Museu Comercial
Lisboa 1926


Livro com 594 páginas (558 + XXXVI) e em bom estado de conservação.
De muito, muito difícil localização.
MUITO RARO.


Do ÍNDICE:
- Explicações prévias;
- PREÂMBULO;

- O SR. NORTON DE MATOS - Alto-Comissário ou Governador-Geral;
- AUTONOMIA;
- CONSELHO LEGISLATIVO E EXECUTIVO;
- ADMINISTRAÇÃO SUPERIOR;
- AUTONOMIA ADMINISTRATIVA E FINANCEIRA. DESCENTRALIZAÇÃO;
- SERVIÇOS PÚBLICOS E SUA SIMPLIFICAÇÃO;
- SITUAÇÃO FINANCEIRA. Equilíbrio orçamental;
- MÃO-DE-OBRA INDÍGENA;
- COLONIZAÇÃO;
- CONCESSÕES DE TERRENOS;
- CONCESSÕES DE QUEDAS DE ÁGUA;
- PESQUISAS MINERAIS E REGISTOS DE PROPRIEDADES DE MINAS;
- EXCLUSIVOS OU MONOPÓLIOS;
- CAMINHOS DE FERRO;
- FORÇAS MILITARES;
- AVIAÇÃO;
- DEGREDADOS;
- MISSÕES RELIGIOSAS E LAICAS;
- INSTRUÇÃO PÚBLICA;
- REGIME BANCÁRIO;
- TRANSFERÊNCIAS;
- AGRICULTURA E PECUÁRIA;
- INDÚSTRIAS;
- COMÉRCIO. Sindicatos comerciais de exportação;
- NATIVISMO OU SEPARATISMO?;
- EDUCAÇÃO E CIVILIZAÇÃO DOS GENTIOS;
- ESTRADAS E PONTES;
- VELHOS SERTANEJOS E SOLDADOS DE ANGOLA;
- SITUAÇÃO ECONÓMICA E FINANCEIRA;
- UMA ENTREVISTA E UM ARTIGO DO SR. NORTON DE MATOS;
- SR. ANTERO TAVARES DE CARVALHO;
- COUSAS VÁRIAS EM POUCAS PALAVRAS;



Preço: 120,00€;

África - Lote de 12 postais de animais selvagens (anos 70) - RAROS




África - Colecção de postais de animais selvagens dos anos setenta


Lote de 12 postais de animais selvagens (anos 70) - RAROS
Não circulados - Em muito bom estado de conservação - Excelentes.
'CECAMI' - Printed in Italy


LOTE DE 12 POSTAIS
01. - Girafas;
02. - Girafas;
03. - Leões;
04. - Leões;
05. - Macacos;
06. - Macacos;
07. - Zebra;
08. - Zebra;
09. - Leopardo;
10. - Leopardo;
11. - Rinoceronte;
12. - Elefante;


Preço: 36,00€; (Lote completo)

Ultramar & Colonialismo - 'ANGOLA, TERRA DE PORTUGAL', de Rodrigues Júnior - Lourenço Marques 1964 - MUITO RARO



Ultramar - Modernidade & Desenvolvimento - Uma resenha aprofundada das potencialidades económicas, históricas e populacionais desta antiga colónia portuguesa


'ANGOLA, TERRA DE PORTUGAL'
De Rodrigues Júnior
África Editora
Lourenço Marques 1964


Livro com 352 páginas e em muito bom estado de conservação.
De muito, muito difícil localização.
MUITO, MUITO RARO.


Do ÍNDICE:
Dedicatória

- Palavras necessárias
- 'Havemos de saber merecer os mortos'
- Apontamentos de reportagem
- Primeiras impressões de Luanda
- De onde se fala de algumas riquezas de Angola
- Portugal gastou na Barragem de Cambambe mais de um milhão de contos
- A água é o elemento fertilizador por excelência
- As ruínas da Fortaleza de Cambambe
- N'Dalatando - a nova cidade de Salazar
- Angola - terra de bom trabalho
- Últimas imagens de Malange
- A caminha da terra planáltica do Bié
- A cidade de Silva Porto
- O bom povo de Nova Lisboa
- Huambo - é terra de promissão
- Nova Lisboa - a grande cidade-jardim do planalto
- Nova Lisboa e os seus valores de cultura
- O Distrito do Huambo
- Das abruptas serrarias do Lépi
- O Distrito de Benguela
- A cidade de S. Filipe de Benguela
- Últimas imagens de Benguela
- Os bairros populares do Morro de Quileva
- As maravilhosas terras da Huíla
- Huíla - terra de trabalho
- Os primeiros povoadores do sul de Angola
- A cidade-jardim de Sá da Bandeira
- Sobrevoando a cordilheira da Chela
- O deserto de Namibe
- Os valores de economia do distrito de Moçâmedes
- Porto Alexandre - Terra de pescadores
- O Distrito de Moçâmedes
- Últimas imagens de Moçâmedes
- Terras do Quanza-sul
- Aguarelas de Novo Redondo
- Produções e explorações de Angola
- O Mercado do Quinaxixe
- A diminuição das importações
- Reordenamento rural de Angola
- Cabo Verde e o reordenamento rural de Angola
- O Caracul na economia de Angola
- Porto, Caminhos de Ferro e Transportes
- O turismo de Angola
- O grande progresso de Angola e as realidades de Moçambique



Preço: 70,00€;

Guerra Colonial & Poesia - 'JURAMENTO DE BANDEIRA', de Anabel Paul - Porto 1970 - RARO



Guerra Colonial & Poesia - Uma preocupação social e política da juventude daquela época


'JURAMENTO DE BANDEIRA'
De Anabel Paul
Edição de autor
Tipografia do Carvalhido
Porto 1970


Livro com 58 páginas, ilustrado (Por Osolino Vaz, Joaquim de Almeida, Paulo Gama e Pedro Plaio) e em muito bom estado de conservação.
De muito difícil localização.
RARO


Preço: 25,00€;

África & S. Tomé - 'ILHA VERDE', de Agostinho Gomes - Porto 1968 - Muito Raro



Ultramar & Poesia - O autor edita os seus poemas de louvor e saudade pelas ilhas do equador


'ILHA VERDE'
De Agostinho Gomes
Capa de Ilda Gomes
Edições NAU
Porto 1968


Livro com 68 páginas e em muito bom estado de conservação.
De muito difícil localização.
Muito Raro.


Preço: 17,50€;