quarta-feira, 31 de agosto de 2016

Angola - UNITA & Guerra Civil - 'ANGOLA - ONDE OS GUERREIROS NÃO DORMEM', de Urbano Chassanha - Lisboa 2000 - MUITO RARO




Angola - UNITA & Guerra Civil - Um general branco nas fileiras da guerrilha liderada por Savimbi relata a resistência e a guerra civil


'ANGOLA - ONDE OS GUERREIROS NÃO DORMEM'
De Urbano Chassanha
Editora QUOD
Lisboa 2000


Livro com 212 páginas, muito ilustrado e em muito bom estado de conservação.
De muito, muito difícil localização.
MUITO RARO.


Da Dedicatória:
"Dedico este livro à memória do meu grande e velho amigo Felizberto Salvador Ramos, um algarvio, como queria que lhe chamassem, e que conhecia Angola e o pensar dos seus povos como poucos angolanos. Encorajou-me sempre a prosseguir com os meus ideais, fossem quais fossem as dificuldades. Dizia amiúde que o valor de um homem se media pela consequência e persistência com que defendia os seus ideais perante as contrariedades. Velho amigo, este livro é a prova que continuo firme nos meus propósitos. As dificuldades são enormes mas sigo em frente. Até um dia destes!...

Dedico-o também à memória dos milhares de angolanos que pereceram e continuam a perecer no conflito angolano e dos quais ninguém conhece sequer a sua última morada.

Dedico-o ainda a Wong Wei Sam, meu amigo das horas difíceis e meu mestre em arte de guerra e sobrevivência. Além do nome, o que sei dele é tão pouco que nem me permite procurar a sua família e mostrar-lhe a sua sepultura. Sei que era moçambicano de origem ch inesa, sei que trabalhava na Companhia Mineira do Lobito, em Jamba Mineira, na Província da Huíla, e nada mais. Conheci mais do seu carácter do que da sua identidade. Corajoso como nunca vi ninguém, viu-se envolvido num fogo cruzado de uma guerra que não lhe pertencia apenas para sobreviver. Nem isso ele conseguiu!..."



Da Introdução:
"Numa metáfora deveras curiosa, um colega meu comparava Angola a uma noite e filosofava assim: 'Os militares não dormem, os políticos não acordam e por isso mesmo o povo não pode sonhar'.

Não me considero dono da verdade absoluta nem penso que alguém possa ter esse tipo de pretensão. Decidi escrever este livro apenas com o objectivo de proporcionar à opinião pública uma outra visão da problemática angolana porque vivi vinte longos anos do outro lado da barricada, com a UNITA. A 5 de Dezembro de 1995, segui para Luanda como Chefe Adjunto da Delegação da UNITA à Comissão Conjunta, órgão reitor da implementação do Protocolo de Lusaka, tendo posteriormente, ao abrigo dos mesmos Acordos, tomado posse como Deputado à Assembleia Nacional, a 7 de Maio de 1997.

Por experiência pessoal, fiquei com a certeza de que os historiadores — e não coloco em causa a sua idoneidade nem tão- -pouco a sua honestidade — escrevem a história da forma que a sentiram, dependendo sempre do ponto onde se encontravam, deste ou daquele lado da trincheira. Acrescente-se a isso ainda o facto de haver simpatias pessoais que, num determinado momento, podem influenciar a maneira de pensar, tentando compreender os fundamentos de uma das partes em detrimento da razão que a parte adversa possa ter. Trata-se indiscutivelmente de um ponto de vista meramente pessoal.

Quando eu era comandante de unidades militares, costumava fazer depois dos combates aquilo que designava dinâmica ope­racional. Na presença de todos os soldados, encorajava cada um dos participantes a descrever o combate como forma de corrigirmos o que nos correra mal. A primeira vez que o fiz fiquei bastante surpreendido porque, embora estivéssemos a falar do mesmo combate, estava a ser colocado perante duzentos ou trezentos combates completamente diferentes... As diferenças chegavam mesmo a ser impressionantes. Salvo raras excepções, apenas a data e o nome do local onde o combate se efectuara coincidiam. No restante tudo diferia.

Ora se o relato difere substancialmente num simples pormenor que é uma batalha numa guerra, imaginemos quanto será abismal a diferença de pontos de vista quando tivermos de falar sobre a história de um país.

(...)

Angola, como um todo, terá imensas vantagens em negociar com quem lhe aprouver, fazendo respeitar o princípio de reciprocidade de vantagens. Cuidemos pois rapidamente da nossa «politiquice», encontrando soluções para que a paz que tarda tanto a chegar passe a ser uma constante e partamos confiantes para o desenvolvimento e progresso social.

Quando estudamos história, ressaltam imediatamente duas questões fundamentais : as causas e as consequências. Falaremos das causas."



Da contra-capa:
"Passar da arte da guerra para a arte da escrita não é tarefa totalmente incomum. ambas exigem um esforço interior elevado, um sentido de exposição pessoal cuidado. ambas encontram no sentido da conquista do outro...
É o que António Manuel Urbano fez. Transitou da arte da guerra para a arte da escrita. Para quem o conhece não deixou de ser um passo natural, contador de estórias exímio que é, tal qual exímio guerrilheiro...
O 'Chassanha'... guerrilheiro da UNITA, uma lenda em Angola, é António Manuel Urbano também.
Foi na UNITA simples instrutor militar, comandante de guerrilha, comandante de companhia, de batalhão, de Brigada das Forças Estratégicas e Chefe do Departamento de Estudos, Pesquisa e análise do Estado-Maior das FALA. Organizou o Departamento de Feridos de Guerra, acompanhou todas as fases da guerra civil em Angola e, no pós-crise resultante da fraude eleitoral chefiou a Repartição de Operações do E.M.G. das FALA. Conheci-o em 1992 no Huambo. (...) Foi eleito deputado pelo círculo Provincial do Huambo. Participou na última fase dos 'Acordos de Lusaka'.
Foi Chefe-Adjunto da Delegação da UNITA à Comissão Conjunta, órgão reitor da aplicação do 'Protocolo de Lusaka'.
'Chassanha', o general e deputado, foi também Primeiro Secretário do Grupo Parlamentar da UNITA, cargo que abandonou com o reacender de uma terceira guerra civil, pedindo suspensão do seu mandato.
Jofre Justino"



Do ÍNDICE:
Dedicatória;
Introdução;
— Causas:
1. — Exclusão;
2. — Tribalismo;
3. — Racismo;
4. — Religião;
— Acordos de Alvor;
— Consequências do Acordo de Alvor:
1. — Resistência
— Acordos de Paz de Bicesse;
— Consequências dos Acordos de Bicesse;
— Acordos de Lusaka:
1. — Violações do Governo;
2. — Violações da UNITA;
— O retorno à guerra;
— Operação restauro;
— O regresso à guerra de guerrilha;
— O futuro;

Conclusão
Anexo I
— Plano Estratégico de Implosão da UNITA Militarista (Segredo de Estado)
Anexo II
— Cronograma de acções para a conclusão dos Acordos de Lusaka (Confidencial).



Preço: 75,00€

Ultramar & Colonialismo - 'ÁFRICA BANTÚ - Raças e Tribos de Angola', de Luiz Figueira - Lisboa 1938 - RARO



Ultramar & Colonialismo - Vasto e aprofundado estudo sobre as tribos e raças de Angola


'ÁFRICA BANTÚ - Raças e Tribos de Angola'
De Luiz Figueira
Edição Oficina Fernandes
Lisboa 1938


Livro com 402 páginas e em bom estado de conservação.
De muito difícil localização.
RARO.

Um vasto e aprofundado estudo sobre as tribos e raças de Angola, de muita utilidade para investigadores e historiadores.


Preço: 0,00€ (indisponível)

terça-feira, 30 de agosto de 2016

Moçambique & Guerra Colonial - 'A Revista', de 08 de Maio de 1993 ('ANGOCHE - A ÚLTIMA VIAGEM') - MUITO RARA




Moçambique & Guerra Colonial - O desaparecimento da tripulação do navio 'ANGOVCHE' após uma abordagem em alto mar em Abril de 1971


'A Revista', do semanário EXPRESSO, de 08 de Maio de 1993 ('ANGOCHE - A ÚLTIMA VIAGEM')

"Em Abril de 1971, desapareceram da costa de Moçambique os 24 ocupantes do navio 'Angoche'. O barco foi encontrado em chamas e à deriva com sinais de uma explosão a bordo. A PIDE/DGS não descobriu as causas do incidente, tendo sido feitas várias investigações sem resultado ao longo dos últimos 22 anos. Desde ataques de submarinos chineses a explicações sobrenaturais, de tudo se falou a propósito deste caso. Com o depoimento do comandante do navio achador e as revelações de Orlando Cristina sobre a sua operação secreta na Tanzânia, é hoje possível fornecer novas pistas para a solução daquele que sempre foi considerado um dos mais intrigantes casos da nossa recente história marítima."



Editada em Lisboa, como suplemento do semanário 'EXPRESSO', com 70 páginas e muito ilustrada.
Em muito bom estado de conservação.
De muito difícil localização.
MUITO RARA.


Temas em destaque:
- 'ANGOCHE - A ÚLTIMA VIAGEM'
Reportagem de António Alfaiate, com 10 páginas, muito ilustrada e capa.
"Um navio foi encontrado em chamas e à deriva, sem sinais dos seus tripulantes. Chamava-se 'ANGOCHE' e protagonizou uma estranha história passada em Moçambique no ano de 1971. Na altura, soube-se que tinha sido alvo de um acto de sabotagem. Mas a lista das contradições é desconcertante:
- o navio transportava material de guerra, mas este não foi roubado nem destruído;
- a PIDE/DGS investigou e não conseguiu chegar a conclusões, mas Marcelo Caetano afirmou os tripulantes tinham sido comidos por tubarões;
- após 'descobrir' o 'ANGOCHE', o capitão do navio que o encontrou fugiu durante dias às autoridades portuguesas sen dar qualquer informação.
Acumularam-se suspeitas: os passageiros 'foram vistos' na China, em prisões na Tanzânia e de Moçambique. 'Apareceram' falsos sobreviventes e falsos informadores. Falou-se de pirataria, de transporte de ouro, de assalto com barcos e submarinos. Alguns tripulantes foram acusados de colaborar.
Construíram-se processos de intenção contra individualidades e acusaram-se as famílias dos desaparecidos.
Confrontaram-se as culpas de sucessivas oposições e governos. Inventaram-se muitas histórias fantasiosas.
Mas nada ficou resolvido.Nem os tripulantes nem os culpados apareceram, e o mistério manteve-se.
Durante 22 anos, acumularam-se centenas de notícias, assim como alguns milhares de páginas de processos com uma longa história de investigações.
Do cruzamento dos elementos hoje disponíveis, incluindo as entrevistas e informações recolhidas em exclusivo pelo 'EXPRESSO', foi possível traçar um quadro mais rigoroso, reconstituindo os principais momentos deste controverso caso do 'ANGOCHE'."



22 anos depois do desaparecimento da tripulação do 'Angoche', o levantar do véu sobre um caso que apaixonou a opinião pública e que a PIDE/DGS nunca conseguiu resolver
- A TRIPULAÇÃO PERDIDA
- O primeiro contacto;
- A bordo do 'Angoche';
- A África do Sul;
- Lista dos desaparecidos;
- De novo na capital;
- A 'Conversa em Família' de Marcelo Caetano;
- Dos factos à imaginação;
- A reabertura do processo;
- Duas versões insólitas;
- O relato de Orlando Cristina;


Destaque para um quadro comparativo das informações recolhidas pelo jornalista entre os dias 26 de Abril e 06 de Maio de 1971, segundo a 'Imprensa', a 'PIDE/DGS', 'Acções do Comando Naval de Moçambique', 'Diligências da Companhia Nacional de Navegação' e o 'Percurso do 'ANGOCHE' e do 'ESSO PORT DICKSON'.



Preço: 75,00€;

Guiné-Bissau - PAIGC & Guerra Colonial - 'A REVISTA' de 16 de Janeiro de 1993 ('QUEM MANDOU MATAR AMÍLCAR CABRAL') - Muito Raro




Guiné-Bissau - PAIGC & Guerra Colonial - Uma detalhada e pormenorizada investigação sobre o complôt que levou ao assassinato de Amílcar Cabral


'A REVISTA' de 16 de Janeiro de 1993 ('QUEM MANDOU MATAR AMÍLCAR CABRAL')
"Há 20 anos, uma tentativa de golpe de estado dentro do PAIGC, levou à eliminação física de Amílcar Cabral, líder histórico dos independentistas guineenses e cabo-verdianos. Se os autores materiais, do assassínio são conhecidos, nunca se deslindou completamente a teia dos acontecimentos. O governo português apontou o Presidente da Guiné-Conacry, Sékou Touré, como responsável. Para o PAIGC tratou-se de uma operação concebida pela PIDE ou pelo governador da Guiné, António de Spínola. Entre os guerrilheiros gerou-se uma situação confusa, com dezenas de processos sumários, execuções e depurações. Numa tentativa de reconstituição credível dos acontecimentos foram ouvidos muitos dos protagonistas nos dois campos. Uma investigação que trouxe novas pistas sobre o crime de Conacry."


Suplemento do semanário de Lisboa 'EXPRESSO', com 46 páginas e em muito bom estado de conservação.
Uma grande reportagem com 12 páginas, muito ilustrado, da autoria do jornalista José Pedro Castanheira.

De muito, muito difícil localização.
MUITO RARO.


'QUEM MANDOU MATAR AMÍLCAR CABRAL'
ARMADILHA FATAL
"Amílcar Cabral foi assassinado há 20 anos. A morte do mais prestigiado dirigente africano de língua portuguesa permaneceu envolta em mistério.
Depois de inquirir mais de meia centena de pessoas, em Lisboa, Conacry, Dakar, Bissau e Praia, esta reportagem aprofunda quatro pistas para a compreensão do atentado:
- um golpe de estado de uma facção guineense;
- a cumplicidade do Sékou Touré;
- uma operação desencadeada por Spínola; ou
- uma iniciativa da PIDE."
- UM ETERNO SUSPEITO (Rafael Barbosa ex-Presidente do Comité Central do PAIGC);
- QUEM É QUEM;
I. - IRMÃOS DESAVINDOS
II. - A CUMPLICIDADE DE SÉKOU TOURÉ
- A TESTEMUNHA (Ana Maria de Sá Cabral, viúva de Amílcar Cabral);
III. - UM DEDO SPINOLISTA
- SPÍNOLA: "Gostava de o ter no governo";
IV. - O LONGO BRAÇO DA PIDE
- CABEÇA A PRÉMIO;
- O LOCAL DO CRIME;
- NINO VIEIRA: "Foram mortos muito inocentes."



Preço: 70,00€;

Angola & Literatura - 'CIDADE', de Cochat Osório - Luanda 1960 - Muito Raro



Angola & Literatura - A poesia de um dos mais notáveis poetas angolanos do período colonial


'CIDADE'
De Cochat Osório
Ilustrações de Neves e Sousa
Edição do Rotary Club de Luanda
Luanda 1960


Livro com 82 páginas, muito ilustrado e em bom estado de conservação.
De muito difícil localização.
MUITO RARO.


Interessante livro de poemas de Ernesto Cochat Osório (1917-1992), que Manuel Ferreira (in Literaturas Africanas de Expressão Portuguesa, vol. II, Instituto de Cultura Portuguesa – Biblioteca Breve, Lisboa, 1977) define como sendo um escritor que "(...) verte em algumas das suas histórias a demorada experiência da sua estadia em Portugal. Mas a ele se fica devendo a primeira tentativa literária de apropriação da linguagem oral popular (a norma do português padrão destruída) concretizada no seu conto “Aiué”, embora se reconheça que preferenciou, sobretudo, o nível fónico. (...)".


Os três primeiros versos da obra:

1
Seis horas da manhã.
No céu
anda um silêncio azul-violeta.
Aqui,
ali,
além,
um motor a roncar
aquece.
Os pardais dão bicadas no silêncio
num tom mordente,
alegre,
impertinente.

2
E sentado na beira do passeio,
um operário aguarda,
pensa
e esquece.
( Cuidado!
Como ele não aprendeu boas maneiras
e não pode comer o que precisa,
é capaz de tornar-se perigoso.
Pelo menos parece).

3
Um polícia amarelo está à espera.
Do sol,
da luz,
da cor?
Unicamente que o trabalho aqueça
aquela alma danada do motor.
Um cigarro nos queixos:
fuma.
Agora…
Enfim!
Ele aí vai:
ronca a motorizada rua fora,
com o sapo amarelo no selim!


Cochat Osório

Ernesto Cochat Osório nasceu em Luanda, em 1917. Relativamente novo, desembarcou em Portugal, onde estudou e se licenciou em Medicina pela Universidade de Lisboa. Mais tarde regressou a Luanda, onde exerceu a profissão de médico. Faleceu em Portimão no ano de 1992.


Obras publicadas:
- 'Capim Verde' (1957);
- 'O Homem do Chapéu' (1962);
- 'Calema' (1956);
- 'Cidade' (1960);
- 'Biografia da Noite' (1966).
Além da sua obra publicada, colaborou na Antologia dos Poetas Angolanos (CEI) Lisboa, e na revista "Cultura" da Sociedade Cultural de Angola. Tem poesia dispersa em vários jornais, revistas, antologias, colectâneas e outros.



Preço: 60,00€;

Portugal & Estado Novo - 'A FORÇA IGNORADA DAS COMPANHEIRAS', de Gina de Freitas - Lisboa 1975 - Raro



Portugal & Estado Novo - Depoimentos de companheiras de políticos e presos da oposição na ditadura de Salazar e Caetano


'A FORÇA IGNORADA DAS COMPANHEIRAS'
De Gina de Freitas
Plátano Editora
Losboa 1975


Livro com 196 páginas e em muito bom estado de conservação.
De difícil localização.
Raro.


Da contra-capa:
"A História dos homens é uma longa história de combates que constituem, no seu conjunto, a luta de classes. Combates contra a ignorância, contra o obscurantismo, contra a prepotência, contra a miséria, contra a exploração.
Pretendemos com esta colecção dar testemunho de alguns desses combates, procurando, ao mesmo tempo, que as obras nele incluídas participem, à sua maneira, nessa luta.
A iniciá-la, um volume em que a jornalista Gina de Freitas nos descreve, pela voz dos que a viveram, a participação de mulheres portuguesas no combate revolucionário pelo derrube do fascismo."



Do ÍNDICE:
- UM LIVRO DE AMOR - Por Baptista-Bastos;

- "MUITAS VEZES É PRECISO CERRAR OS DENTES E ANDAR PARA A FRENTE" (Alda Magro);
- "A VIDA DELE TINHA QUE SER AQUELA. A VIDA DO POVO" (Maria Júlia);
- "A MINHA VIDA FOI UM PESADELO" (Maria Rodrigues Pato);
- "O TRABALHO É DE FACTO A MELHOR AJUDA PARA OS DESGOSTOS" (Margarida Tengarinha);
- "CONFIAR NO PARTIDO COM A CERTEZA DE VENCER" (Laura Serra);
- "DEI O QUE PUDE E O QUE SOUBE AO MEU PARTIDO" (Catarina Ramos Machado Rafael);
- "DURANTE 25 ANOS ANDEI SEMPRE A CAMINHAR PARA AS CADEIAS" (Flora Magro);
- "E ASSIM PASSAVAM OS MESES QUE SE PODIAM SOMAR POR ANOS" (Aida Paulo);
- "A ALEGRIA DA LIBERTAÇÃO NÃO É TANTO POR MIM MAS PELO POVO PORTUGUÊS" (Deolinda Francisca Franco);
- "ENFIM, SINTO QUE A MINHA SAÚDE ESTÁ ARRUINADA" (Úrsula Machado);
- "É MUITO CEDO PARA ESQUECERMOS TUDO O QUE ELES FIZERAM" (Isabel Vilhena);"
- "COMECEI A GANHAR O PÃO QUE COMIA, AOS 8 ANOS" (Olívia Maria);
- "UMA VIDA MELHOR, MAIS IGUAL PARA TODOS" (Teodósia da Conceição Gregório);
- "AOS 9 ANOS UM ORDENADO DE DEZ TOSTÕES POR SEMANA" (Conceição Matos);"
- "ERA IMPOSSÍVEL NÃO HAVER REVOLTA, TÃO MÁS ERAM AS NOSSAS CONDIÇÕES DE VIDA" (Maria Lourença Cabecinha);
- "DEZANOVE ANOS DE CLANDESTINIDADE" (Adelina da Conceição Ferreira Martins);
- "QUE IMPORTA MORRER PARA BEM DOS OUTROS?" (Dolores da Conceição Campos);
- "SE NÃO FOSSE A MINHA FAMÍLIA MORRIA À FOME" (Ana Francisco Figo);
- "TINHAMOS DIAS EM QUE NÃO HAVIA CÔDEA DE PÃO EM CASA PARA COMERMOS" (Vitória Cândida Cartaxo);
- "PARA QUE NINGUÉM MAIS VIVA NA ANGÚSTIA EM QUE EU VIVI" (Odete Carvalho dos Santos);
- "A VIDA DO EXILADO É MUITO DIFÍCIL" (Estela Piteira Santos);
- "O QUE QUER QUE EU FAÇA, NÃO ME APETECE CHORAR' (Ermelinda Solnado Porto Oneto);
- "BEM, EU CREIO QUE TODAS NÓS VIVEMOS MAL EM SITUAÇÕES SEMELHANTES" (Maria Antonieta Coutinho);
- "AMBOS MORRERAM VENCIDOS" (Maria Margarida Lima);
- "A ÚNICA COISA QUE PENSEI SEMPRE FOI EM RESISTIR" (Faustina Candeias);
- "ERA SÓ A COMPANHEIRA DO MEU MARIDO" (Mertelina da Conceição Veiga);
- "A VERDADE É QUE TODAS AS EXPERIÊNCIAS FORAM IMPORTANTES" (Antónia Lapa);
- "A MAIORIA DAS PESSOAS NEM IMAGINA O QUE FOI A LUTA DAQUELAS MULHERES" (Cecília Areosa Feio);



Preço: 27,50€;

Moçambique & Ultramar - 'COLONIALISMO E FEUDALISMO', de Giuseooe Papagno - Lisboa 1980 - Raro



Moçambique & Ultramar - As políticas coloniais portuguesas na costa oriental de África no século XIX


'COLONIALISMO E FEUDALISMO
(A questão dos Prazos da coroa em Moçambique nos finais do século XIX)'

De Giuseooe Papagno
Edição A Regra do Jogo
Lisboa 1980


Livro com 280 páginas e como novo. Em excelentes estado de conservação.
De difícil localização.
Raro.


Do ÍNDICE:
- INTRODUÇÃO;

I. - Origem e natureza dos Prazos da coroa;
II. - Os Prazos e a legislação liberal;
III. - As mudanças na política africana;
IV. - O Ultimatum inglês;
V. - Os Prazos e as Companhias Coloniais;
VI. - Os Prazos e a Lei sobre concessões de terrenos no ultramar;
VII. - O Primeiro Congresso Colonial Nacional;
VIII. - Os Prazos nos últimos anos da monarquia;
IX. - Rumo à extinção dos Prazos;

Conclusão;
Fontes;
Bibliografia.



Preço: 22,50€;

sábado, 27 de agosto de 2016

Portugal & Estado novo - MORTE DE SALAZAR - Edição do 'DIÁRIO DE NOTÍCIAS' (Completo) - MUITO RARO




Portugal & Estado novo - Edição dedicada maioritariamente à morte do Dr. António de Oliveira Salazar


'MORTE DE SALAZAR' - Edição do 'DIÁRIO DE NOTÍCIAS'
N.º 37,497, de 28 de Julho de 1970 (terça-feira).

Exemplar completo com o II caderno dedicado também ao acontecimento.


Em muito bom estado de conservação.
De muito, muito difícil localização.
MUITO RARO.


Títulos de 1.ª página:
- A MORTE DE SALAZAR EMOCIONOU PROFUNDAMENTE O PAÍS
- DEFINITIVAMENTE NA HISTÓRIA
"Vigiou noites intermináveis, silenciosamente, sem que o povo advinhasse os perigos que corria"
Disse de Salazar o Prof. Marcelo Caetano, ao evocar a vida do 'grande estadista' e 'grande português'
- LUTO GERAL E FUNERAL NACIONAL
O funeral sairá na 5.ª feira em comboio especial dos Jerónimos para Santa Comba Dão, onde terá lugar.
Três dias de luto oficial no Brasil.
- "QUARENTA ANOS DE HISTÓRIA FALARÃO POR ELE"
Um editorial de Augusto de Castro
- PRÍNCIPE PERFEITO - Artigo de Paulo Cunha


Outros títulos:
- LUTO GERAL NO PAÍS ATÉ AO DIA DO FUNERAL
Salazar foi em toda a dimensão da palavra e em toda a dignidade da espécie - UM HOMEM
Afirmou ontem, na sua comunicação ao país, o chefe de Governo
- CONSTERNAÇÃO EM TODO O BRASIL
- AS ÚLTIMAS HORAS DO PRESIDENTE SALAZAR
Na manhã de sol, o luto chegou à residência de S. Bento
- SALAZAR MORREU
O seu nome entrou para sempre na galeria dos grandes da Pátria
- Torre e Espada para Salazar
- A última fotografia ainda sob o signo do Ultramar
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Preço: 75,00€;

Ultramar & colonialismo - 'OS CAFRES (Seus usos e costumes)', de Francisco Gavincho de Lacerda - Lisboa 1944 - MUITO RARO



Ultramar & colonialismo - Estudo aprofundado sobre os indígenas das ex-colónias portuguesas de África.


'OS CAFRES (Seus usos e costumes)'
De Francisco Gavincho de Lacerda
Edição Livraria Rodrigues
Lisboa 1944


Livro com 156 páginas, ilustrado e em muito bom estado de conservação.
De muito difícil localização.
MUITO RARO.


Estudo aprofundado sobre os indígenas das ex-colónias portuguesas de África.


Preço: 75,00€