sábado, 5 de novembro de 2016

África & Colonialismo - 'AS ILHAS DE CABO VERDE - Da 'descoberta' à independência nacional (1460-1974)', de Elisa Silva Andrade - Paris 1996 - Muito raro




África & Colonialismo - Uma monografia das ilhas de Cabo Verde, da descoberta portuguesa à independência em 1975


'AS ILHAS DE CABO VERDE - Da 'descoberta' à independência nacional (1460-1974)'
De Elisa Silva Andrade
Edição L'Harmattan
Paris 1996


Livro com 320 páginas, ilustrado e em muito bom estado de conservação.
De muito difícil localização.
Muito raro.


Da contra-capa:
"Compreender os mecanismos da dominação económica e da pobreza é descobrir as ilhas de Cabo Verde através de um projecto colonial hesitante e sem meios compatíveis com as suas ambições.
Cabo Verde foi, no espaço atlântico, ora integrado, ora rejeitado, segundo os interesses da metrópole colonial. Inicialmente ilhas afortunadas (entreposto de escravos africanos a serem exportados para a Europa e depois para as Américas, produtor de grogue, açúcar, panos, anil, ...) e base logística da navegação transoceânica, elas foram arruinadas pela dominação portuguesa, pelas companhias masjestáticas... A evolução dos transportes intercontinentais e o atraso na construção do cais acostável em Mindelo, assentaram-lhes o golpe de misericórdia. A emigração maciça (forçada e/ou espontânea), sobretudo dos jovens, constituíram a solução de sobrevivência após as secas e fomes periódicas.
O estudo histórico e social da economia do arquipélago recoloca Cabo Verde no seu meio natural: O continente africano. Atesta-o a longa luta armada, conjuntamente com a Guiné-Bissau, que lhe permitiu ascender à independência política."



Do ÍNDICE:


Agradecimentos;
PREFÁCIO de Michel Lesourd;
INTRODUÇÃO;

PARTE I
ORIGEM E FORMAÇÃO DA SOCIEDADE CAOVERDIANA

Capítulo I
O ACHAMENTO E A COLONIZAÇÃO DAS ILHAS DE CABO VERDE:
1. - As condições internas de Portugal que o levaram ao grande empreendimento das 'descobertas';
2. - Achamento e forma de povoamento de Cabo Verde:
A - A chegada dos portugueses a Cabo Verde; B - O povoamento das ilhas; C - As origens étnicas da população de Cabo Verde;

Capítulo II
SOCIEDADE, MEIO AMBIENTE E SUBSISTÊNCIA:
1. - Organização dos espaços;
2. - Cruzamento de povos e constituição de uma cultura;
3. - Subsistência;

PARTE II
CONSTITUIÇÃO E FUNCIONAMENTO DO SISTEMA ESCLAVAGISTA

Capítulo I
NATUREZA E MODO DE INSERÇÃO DA ECONOMIA CABOVERDIANA NA ECONOMIA MUNDIAL:
1. - Produtos de exportação:
A - Os escravos; B - As culturas de rentabilidade; C - Os produtos da pecuária; D - Os produtos de extracção;
2. - Organização e evolução do comércio nas ilhas:
A - Correntes de troca; B - As grandes companhias monopolistas; C - Regulamentação das trocas e a limitação sistemática dos privilégios inicialmente atribuídos à classe dominante em Cabo Verde;

Capítulo II
FORMAS DE APROPRIAÇÃO E DIVISÃO DA SOCIEDADE EM CLASSES:
1. - Regime de propriedade;
2. - Classes e grupos sociais em presença:
A - Os senhores brancos; B - Os escravos;

Capítulo III
AS FINANÇAS REAIS E AS FINANÇAS PÚBLICAS COMO MECANISMO DE EXTRACÇÃO DIRECTA DAS RIQUEZAS REALIZADAS EM CABO VERDE

Capítulo IV
DECLÍNIO E FIM DA SOCIEDADE ESCLAVAGISTA:
1. - Convergência de factores externos e internos na decadência do sistema;
2. - Movimentos sociais;
3. - O processo de abolição do tráfico de escravos e da escravatura;
4. - Decomposição e reconstituição de novas classes e camadas sociais com o processo de degradação da sociedade escravocrata;
5. - Desequilíbrio do ecosistema como resultado da sobre-exploração do homem e da natureza;

PARTE III
CONSTITUIÇÃO DO CAPITALISMO DEPENDENTE

Capítulo I
À ESCRAVATURA SUCEDE O CAPITALISMO COLONIAL:
1. - Para uma nova forma de exploração colonial;
2. - Valorização do arquipélago colo colónia de serviço:
A - Para o exterior; B - A nivel interno;
3. - Organização do poder colonial e legitimação ideológica:
A - A legitimação ideológica do poder colonial; B - Formas de organização e evolução do poder colonial em Cabo Verde;
4. - A emigração como dado estrutural da sociedade caboverdiana:
A - As causas profundas da emigração caboverdiana; B - A emigração 'voluntária', 'espontânea' ou 'livre'; C - O impacto da emigração caboverdiana;

Capítulo II
SITUAÇÃO SÓCIO-ECONÓMICA NAS VÉSPERAS DA INDEPENDÊNCIA NACIONAL:
1. - Bloqueio da situação agrária resultante do período anterior:
A - Regime de propriedade e relações de produção; B - Estado das técnicas e nível de produção;
2. - A industrialização impossível;
A - As industrias extractivas; B - As industrias de transformação;
3. - O comércio interno;
4. - O comércio externo;
5. - A problemática das classes sociais em Cabo Verde;

Capítulo III
A INDEPENDÊNCIA NACIONAL COMO ÚNICA SAÍDA PARA O BLOQUEIO COLONIAL:
1. - O impasse da colonização portuguesas;
2. - Génese do movimento de libertação nacional;
3. - Constituição do Estado nacional e perspectivas de desenvolvimento:
A - Constituição do Estado Caboverdiano sob a hegemonia da pequena-burguesia 'revolucionária'; B - A racionalização das estruturas herdadas da colonização; C - Perspectivas abertas pela política de desenvolvimento económico preconizada pelo Estado caboverdiano;

- CONCLUSÃO;
- ANEXOS;
- Bibliografia;
- Abreviaturas usadas no texto;



ELISA SILVA ANDRADE:
"Economista, historiadora, é de nacionalidade caboverdiana. Viveu em Portugal, Argélia, Senegal, França, Angola e encontra-se actualmente em Cabo Verde onde faz consultoria para organismos do sistema das Nações Unidas e da cooperação bilateral. Investigadora em Ciências Humanas e Sociais, é autora de diversos trabalhos nomeadamente sobre a emigração caoverdiana e a condição feminina em África.
Participou em duas obras colectivas:
- 'Bourgs et villes em Afrique Lusophone', Ed. L'Harmattan, Paris 1989;
- 'Le rôle de l'Afrique dans la recontre des deux mondes (1492-1992)', Ed. UNESCO, Paris 1995."


Preço: 0,00; (Indisponível)

Portugal & Estado novo - 'CARTA ABERTA A SALAZAR', de Henrique Galvão - Caracas 1960 - MUITO RARO



Portugal & Estado novo - O autor já em oposição total a Salazar, denuncia o regime e as suas políticas em Portugal e nas ex-colónias


'CARTA ABERTA A SALAZAR'
De Henrique Galvão
Edição do Movimento Nacional Independente
Caracas 1960


Livro com 104 páginas (4.ª edição) e em muito bom estado de conservação.
De muito, muito difícil localização.
MUITO RARO.


O autor, depois de ter sido um dos primeiros apoiantes do Estado Novo e admirador de António de Oliveira Salazar, e após ter passado por diversas funções de nomeação política, nomeadamente em Angola, rompeu com o regime e passou à oposição dura e firme, tendo escrito este documento político de grande significado e resultante das suas experiências nas referidas funções.

É um dos documentos mais importantes da oposição ao regime salazarista.


Palavras do autor na apresentação:
"Esta é a 4ª edição da Carta Aberta a Salazar escrita no Hospital de Santa Maria actualizada depois da minha evasão durante o mês que andei a monte antes do asilo na Embaixada da Argentina. A 1ª edição impressa em Lisboa foi quase totalmente apreendida pela PIDE. Por ela respondem atualmente num dos Plenarios salazarinos mais inocentes no caso do que as 11.000 origens. A 2ª e a 3ª edição apareceram em Braga e no Porto - e tiveram o mesmo destino. Convido a PIDE a apreender esta."


Preço: 0,00€; (Indisponível)

África - 'DE MOÇAMBIQUE A PORTUGAL(Reinterpretações Identitárias do Hinduísmo em Viagem) ', de Susana Trovão Pereira Bastos e José Gabriel Pereira Bastos - Lisboa 2001



África - A comunidade hundu em Moçambique e Portugal


'DE MOÇAMBIQUE A PORTUGAL (Reinterpretações Identitárias do Hinduísmo em Viagem)'
De Susana Trovão Pereira Bastos e José Gabriel Pereira Bastos
Edição Fundação Oriente
Lisboa 2001


Livro com 388 páginas, ilustrado e como novo. em excelente estado de conservação.


Do ÍNDICE:
- INTRODUÇÃO;
- Negociando com a genealogia: o argumento;

Parte I
O TRABALHO DE TERRENO COMO CRISE-ANÁLISE
Capítulo 1 - Primeiros encontros etnográficos em Portugal;
Capítulo 2 - 'À espera do pedido':identidades suspensas;
Capítulo 3 - 'Sinto-me antes de tudo hindu' ou 'os portugueses têm inveja dos indianos': uma estratégia identitária multi-referencial ambivalente;
Capítulo 4 - 'É bom ser português e hindu': uma estratégia de estruturação identitária caracterizada pela presença múltipla;
Capítulo 5 - A ilusão da alteridade étnica: sabedorias identitárias;
Capítulo 6 - Elaborando o perigo do esmagamento identitário:'Era uma vez uma casta que exploradores que acabou arruinada';
Capítulo 7 -Encontros potenciais com a imago da mãe sedutora: desejos e angústias dos que partem diariamente;
Capítulo 8 -' Fiel ao chamamento da Deusa' e 'português até à morte': preocupações identitárias doa mais velhos com as tentações de desidentificação que pesam sobre os mais jovens;
Capítulo 9 - Investir em Portugal 'sem pedinchar': da manutenção da autonomia identitária à afirmação do hinduísmo como uma religião transnacional;
Capítulo 10 - O brâmane que não constituía uma 'referência suprema' e a mulher hindu que partia em viagem: encontros reveladores com a diversidade vivida;
Capítulo 11 - Primeiros encontros etnográficos na Índia (Diu);
Capítulo 12 - Contornando o (suposto) desejo de engolfamento especular 'entre portugueses';
Capítulo 13 - Mesmo os homens de estatuto depreciado são mulheres admiráveis: iniciação ao tranvestismo identitário;
Capítulo 14 - Mesmo uma estrangeira pode ser adoptada: iniciação ao mundo dos renunciantes que voltaram a casar;
Capítulo 15 - Iniciações homofílias e sua subversão;
Capítulo 16 - Quando os desejos de justiça se encontram: comunicações primordiais de homens para homens;
Capítulo 17 - As estratégias identitárias lêem-se entre si;

Parte II
ENCONTRAR O 'OUTRO' É SEMPRE REENCONTRÁ-LO...
ORGANIZADORES FANTASMÁTICOS DO ENCONTRO INTERCULTURAL
Capítulo 18 - Aprofundando o design metodológico;
Capítulo 19 - As representações identitárias inter-nacionais dos hindus-gujaratis residentes em Lisboa;
Capítulo 20 - Das representações identitárias inter-nacionais às representações micro-sociais (de género e geração): primeiro ensaio de interpretação;
Capítulo 21 - A profundando a análise identitária: a dimensão oculta das representações etnonacionais;

Parte III
DE MOÇAMBIQUE A PORTUGAL - REINTERPRETAÇÕES IDENTITÁRIAS DO HINDUÍSMO 'GUJARATI' EM VIAGEM
Capítulo 22 - De uma definição unívoca, local e coerente do conceito de hinduísmo aos manejos identitários do 'Sanatan Dharam';
Capítulo 23 - Reinterpretar, tendo em conta as novas geometrias identitárias;
Capítulo 24 - 'A religião é um assunto das senhoras': uma reinterpretação contramisógina do hinduísmo 'gujarati';
Capítulo 25 - Incorporar sem desdiferenciar e diferenciar sem clivar: a centralidade da Deusa hindu (e das suas formas terrenas);
Capítulo 26 - Descrever a possessão sem trair: um ensaio semântico intercultural;
Capítulo 27 - Reconfigurando a diferença entre o 'eu' e o 'outro': manejos identitários da possessão;
Capítulo 28 - 'A nora que confundia tudo': recusando a enfatuação de uma modalidade identitária em detrimento de outra;
Capítulo 29 - Engravidar do 'resto': elaborando a tensonalidade identitária entre os mais velhos e mais novos:
Capítulo 30 - 'O mundo inteiro começou a balançar, a virar': elaborando os excessos nasrcísicos dos homens sobre as mulheres;
Capítulo 31 - Evitando o 'mais sofrimento' decorrente das inflações identitárias excessivas: comunicações de inconsciente a inconcicente;
Capítulo 32 - 'A separação é tão ilusória como a ideia de que o espaço dentro de um pote é distinto à sua volta': construções de alteridade étnica;
Capítulo 33 - Para além da perturbação contextual: reinterpretações vantajosas da 'Pequena Tradição' em viagem;
Capítulo 34 - Quando eles opõem mais do que elas: vicissitudes da construção de uma identidade masculina;
Capítulo 35 - Onde está quem?;

- CONCLUSÃO;
- Constantemente negociada, finitamente flexível: acerca da identidade hindu em diáspora;
- Bibliografia;
- Glossário;
- Anexos;
- Documentos Iconográficos;



Preço: 25,00€;

Angola - Exemplar do 'JORNAL DE ANGOLA', n.º 16,431, de 02 de Agosto de 1976 ('II ANIVERSÁRIO DAS FAPLA') - MUITO RARO




Angola - As comemorações do II aniversário de constituição das FAPLA (exército do MPLA)


Exemplar do 'JORNAL DE ANGOLA', n.º 16,431, de 02 de Agosto de 1976.
('II ANIVERSÁRIO DAS FAPLA')

Editado em Luanda, tendo como director Fernando da Costa Andrade.
Com alguns sinais de uso, mas em bom estado de conservação.


De muito, muito difícil localização.
MUITO RARO.


Temas em destaque:
- 'DEFESA, PRODUÇÃO E DISCIPLINA SÃO AS NOSSAS PRINCIPAIS TAREFAS'
Definiu o camarada Presidente Neto na Av.ª 4 de Fevereiro;
"O camarada Presidente Agostinho Neto proferiu ontem de manhã, na tribuna de honra da Parada Militar das FAPLA na Av.ª 4 de Fevereiro e antes do início do desfile, um importante discurso onde, para além de recordar as etapas históricas que conduziram à proclamação das FAPLA, em 1 de Agosto de 1974, falou de vários aspectos da presente fase de reconstrução nacional."
- EDITORIAL
Dedicado ao desfile das FAPLA - II Aniversário;
- 'ACEITAMOS A RESPONSABILIDADE DE LEVAR ATÉ AO FIM A REVOLUÇÃO ANGOLANA'
Lúcio Lara e Lopo do Nascimento (primeiro ministro) no lançamento da primeira pedra ao memorial do soldado desconhecido;
- 'PRESERVAR A CULTURA CUBANA E ENRIQUECER O TEMPO LIVRE DO POVO'
Reportagem do 'JORNAL DE ANGOLA' em Cuba;
- FAPLA
COMANDANTES DE COLUNA
- Henrique Teles Carreira (Iko); - João Luís Neto (Xietu); - Pedro Maria Tonha (Pedalé);- Jacob Caetano João (Monstro imortal); - César Augusto (Kiluanji);- Eduardo Ernesto (Bakalof); - Eugénio Veríssimo da Costa (Nzaji); - Paulo Silva Mungungu (Dangereux); - António dos Santos França (Ndalu); - Henrique de Carvalho Santos (Onambua); - Bonifácio Kinda (Cantiga); - José Manuel Paiva (Bula Matadi); - David António Moisés (Ndozi); - Zacarias José Pinto (Bolingo); - António Gaspar Ramos (Dimuca); - Eurico Gonçalves; - António Bernardo Chinyama (Maninga); - Rui Filomeno de Sá (Dibala); - Santana André Pitra (Petrof); - Filipe Neto (Dimbondua); - Francisco Magalhães Paiva (N'vunda); - Alexandre Rodrigues (Kito); - Ernesto Kaiombo (Liberdade); - Mendes António de Castro (Delfim C); - Pedro Castro Van-Dúnem (Loy); - Sihanouk;

MAJORES
- Nito Alves; - Sayd Mingas (Lutuima); - Manuel Francisco Tuta (Batalha); - Evaristo Domingos (Kimba); - Joaquim Rangel Varela (Quim); - Gonçalves da Silva (Margoso); - Miguel João Luís (Ivadi); - Evaristo de Sousa Neves (Kapica); - Pedro Lima (Foguetão); - Rui G. Cardoso de Matos (Maio); - José Matos (Siliveli); - Salviano Jesus Sequeira (Kianda); - Rafael Sapilinha (Sambalanga); - Alberto Bento Ribeiro (Cabulo); - Mário Afonso de Almeida (Kassessa); - José Antunes (Voina); - Agostinho Cunha (Mazembe); - António Chipululu (Capela); - Pedro Chimbumba (Leopardo); - Daniel Prata (África); - Manuel Pais (Atenção Tuga); - Levende Musuwall (Samussumina); - João Manuel Martins (Petit); - Carlos Pestana Heinekeu (Katiana); - Tiago Martins (Katongo); - João Condestável (Lumumba); - Frederico Mulyenu (Mbila Chitama); - Marcos António; - Carlos Manuel (Max); - António Ramos (Ciclone); - Malamba D. rosa (Facho); - Moisés Mikolo (Téte dos Tombos); - Francisco (Van Troy); - Daniel de Almeida Paulino (Gandhyl);

- 'FALA O POVO' - Opiniões recolhidas durante o desfile das FAPLA;
- 'ESTAS GUERRAS DO POVO FORAM GANHAS COM O ESFORÇO DESTE ANÓNIMO FILHO DO POVO'
Afirmou o Comandnat xietu no lançamento da primeira pedra memorial ao Soldado Desconhecido.
- 'A LUTA CONTINUA - A VITÓRIA É CERTA'
Reportagem ilustrada nas centrais sobre o desfile das FAPLA na Av.ª 4 de Fevereiro (Antiga avenida Marginal);



Preço: 0,00€ (Indisponível)

Angola & Descolonização - 'Boletim Informativo do MFA', n.º 19, de 30 de Maio de 1975 ('A SITUAÇÃO EM ANGOLA') - Muito raro




Angola & Descolonização - As informações do MFA sobre a descolonização e a situação política nesta antiga colónia portuguesa em meados de 1975


'Boletim Informativo do MFA', n.º 19, de 30 de Maio de 1975.
('A SITUAÇÃO EM ANGOLA')

Órgão de informação do MFA (Movimento das Forças Armadas). Editado em Lisboa, da responsabilidade da 5.ª Divisão do EMGFA.
Em muito bom estado de conservação.


De muito, muito difícil localização.
Muito Raro.


Temas em destaque:
- 'ANGOLA - Especial'
- 'A SITUAÇÃO EM ANGOLA E AS NOSSAS TAREFAS'
O papel das Forças Armadas Portuguesas;
As relações entre os Movimentos de Libertação;
O Exército Nacional e a Unidade Nacional Angolana;
Independência Nacional;
- 'A POSIÇÃO DO CONSELHO DA REVOLUÇÃO'
Neutralidade activa;
- 'O PAPEL DOS MILITARES PORTUGUESES EM ANGOLA'
- 'ANGOLA - ACORDO PARA A INDEPENDÊNCIA'
(Transcrição integral do 'ACORDO DO ALVOR' assinado em Janeiro de 1975 entre Portugal e a FNLA, MPLA e UNITA)
- 'A IMPRENSA E A DESCOLONIZAÇÃO'
- 'A QUESTÃO DA COLÓNIA PORTUGUESA EM ANGOLA'
- 'COMUNICADO DO ALTO-COMISSÁRIO' (01 de Maio de 1975)
Sobre os acontecimentos em Luanda na madrugada de 29 de Abril de 1975;
- 'BOLO ANGOLANO'
(Descrição das riquezas e potencialidades esta colónia portuguesa)
- 'UNIDADE E LUTA' - Por Amílcar Cabral;
(Fundador e dirigente do PAIGC).



Preço: 25,00€

quinta-feira, 3 de novembro de 2016

Ultramar - 'UM CANCIONEIRO PARA TIMOR', de Ruy Cinatti - Lisboa 1996 - Raro



Ultramar - A melhor poesia portuguesa do final do período colonial em Timor


'UM CANCIONEIRO PARA TIMOR'
De Ruy Cinatti
Edição Presença (1.ª edição)
Lisboa 1996


Livro com 144 páginas e em excelentes estado de conservação.
De difícil localização.
Raro.


Informação da editora:
" 'UM CANCIONEIRO PARA TIMOR', da autoria de Ruy Cinatti é o testemunho da actividade de um autor nacional de relevo que conseguiu conciliar habilmente a poesia à antropologia, graças à sua sublime capacidade de sentir e amar o outro e a Terra. Foi como chefe do gabinete do governador que viveu em Timor, onde estreitou a sua relação com a natureza e o povo locais. Ao reler um cancioneiro e algumas cantigas locais, Cinatti encontrou inspiração para a obra que agora se publica. 'UM CANCIONEIRO PARA TIMOR' constitui por isso, um complemento indispensável a qualquer estudo antropológico que acerca daquele povo se produza e uma visão poética singular enraízada na identificação com o real."


Preço: 70,00€;

Ultramar & Guerra Colonial - 'ANGOLA, AFINAL ERA DELES', de José Nunes Valente - Lisboa 2009



Ultramar & Guerra Colonial - Um história passada em Angola, entre a guerra colonial e a presença e acção da PIDE/DGS


'ANGOLA, AFINAL ERA DELES'
De José Nunes Valente
Chiado Editora
Lisboa 2009


Livro com 286 páginas e em muito bom estado de conservação.

Uma história passada em Angola nos inícios da década de sessenta, entre um militar do exército português, a esposa de um juiz, a guerra colonial contra os nacionalistas angolanos da UPA/FNLA e do MPLA, a PIDE/DGS e a população de origem europeia, em finais do colonialismo.


Da contra-capa:
"Bonitão, boémio e rufia, o soldado Álvaro Pinheiro viaja para Angola num barco de civis e envolve-se com uma linda mulher, casada por procuração com um juiz. Ele irá enfrentar o alvorecer da guerra colonial, ela fica em Luanda. Fanfarrão, aspira a ser o primeiro a disparar contra os revoltosos e a situação proporciona-se-lhe dois dias antes do 4 de Fevereiro.
O destino reservar-lhe-á outras surpresas, porque o passado, por vezes, deixa marcas."



Preço: 25,00€;

Descolonização & Ultramar - 'OS SOBREVIVENTES DA ÁFRICA PERDIDA', de Salvador de Figueiredo - Lisboa 2008



Descolonização & Ultramar - O drama das populações de origem portuguesa na fuga que se registou em Angola e Moçambique nos anos de 1974 e !975


'OS SOBREVIVENTES DA ÁFRICA PERDIDA'
De Salvador de Figueiredo
Edição do do autor
Lisboa 2008


Livro com 220 páginas, muito ilustrado e como novo. Em excelente estado de conservação.


Da contra-capa:
"AS MIL E UMA HISTÓRIAS DE SOBREVIVENTES DAS COLÓNIAS DE ÁFRICA - ANGOLA E MOÇAMBIQUE
As actuais gerações de sobreviventes da África perdida são uma espécie em extinção, mesmo que se escrevam as páginas que ficam a guardar as suas recordações.
É certo que mais tarde haverá uma nova 'rush for África', com sucessivas novas gerações de europeus chamadas pelo apelo dos mistérios do Ultramar distante, que tomarão parte com as populações locais na ocupação do futuro mapa do enorme continente que tem uma posição central no Mapa-Mundi.
(...)
A memória dos tempos passados tem nas pedras o suporte da História que fica escrita nos monumentos que perduram em todas as latitudes do globo, enquanto a Humanidade foi caminhando de Oriente para Ocidente, passando rios e oceanos desde a Ásia até às Américas, os novos continentes."



Do ÍNDICE:
- INFORMAÇÃO AO LEITOR;
1. - Os Africanistas;
2. - VOJKA;
3. - Um triângulo isósceles;
4. - O cajueiro de Rubem Braga;
5. - O desenvolvimento separado;
6. - Outras memórias;
7. - O 'Nó Górdio';
8. - Memória do búfalo ferido;
9. - O baile dos colonos;
10. - Uvas pretas para um soldado algures no norte de Angola;
11. - As girafas dormem de pé;
12. - Requiem finale;
- PERFIL DO AUTOR;



Preço: 20,00€

Angola & Igreja - 'ÁFRICA RENASCIDA', de Francisco da Mata Mourisca - Uíje 2004 - RARO



Angola & Igreja - As reflexões do Bispo sobre o passado recente de Angola e dos angolanos


'ÁFRICA RENASCIDA (Políticas sine quibus non)'
De Francisco da Mata Mourisca
Fundação ajuda à Igreja que Sofre
Uíje - Angola 2004


Livro com 250 páginas, como novo. em excelente estado de conservação.
De muito difícil localização.
RARO.


Da contra-capa:
"As páginas deste livro foram escritas com os olhos postos em Angola, mas agora são publicadas com eles postos em África. Daí, o título da capa. É que o seu conteúdo extravasa as fronteiras do País angolano.
África tem direito a ser, não um gigante adormecido, mas um gigante acordado. E as páginas aqui publicadas pretendem dar para isso o seu modesto contributo. Apesar das suas imensas potencialidades económicas, o continente africano é considerado o mais pobre do mundo, em termos de acesso à riqueza. Diríamos que é um continente rico de gente pobre.
(...)
A IMBISA apostou na prioridade duma pastoral social contra esta ignóbil pobreza que condena à fome e à morte milhões de africanos.
E ÁFRICA RENASCIDA' quer fazer sua a mesma aposta. Aqui fica o desafio."



Do ÍNDICE:
APRESENTAÇÃO;
1. - Política da política;
2. - Política da paz;
3. - Política do perdão;
4. - Política da tolerância;
5. - Política do desenvolvimento;
6. - Política da democracia;
7. - Política da educação;
8 . - Política da Sida;
9. - Política da poligamia;
10. - Política da feitiçaria;
11. - Política da mulher;



Preço: 25,00€;

segunda-feira, 31 de outubro de 2016

Portugal & Angola - 'ALVES DOS REIS - Uma burla à portuguesa', de José Ruy e Alexandre Honrado - Lisboa 1994 - RARO




Portugal & Angola - A história em Banda Desenhada da burla de Alves dos Reis com as notas de 500 escudos no Banco de Portugal


'ALVES DOS REIS - Uma burla à portuguesa'
De José Ruy (desenhos) e Alexandre Honrado (argumento)
Edição ASA
Lisboa 1994


Livro com capas cartonadas, com 32 páginas, muito ilustrado e em muito bom estado de conservação.
De muito difícil localização.
RARO.


Um muito interessante relato da vida e façanhas de Alves dos Reis, o empreendedor que decidiu, contra a sociedade portuguesa de então, auto-financiar-se para os seus sonhos e negócios, que passaram por desenvolver a economia de Angola (então colónia portuguesa em África), entre muitos outros investimentos. Recorreu pois à encomenda de notas de 500 escudos, à firma britânica que trabalhava para o Banco de Portugal, com a falsificação da papelada necessária a respectiva impressão.


Da contra-capa:
"Foi no decorrer de um trabalho académico que, enquanto recolhia apontamento relacionados com os muitos factores que contribuíram para a queda da I República, travei conhecimento com 'P MENINO DE OURO - O HOMEM DE LISBOA - ARTUR VIRGÍLIO ALVES DOS REIS'. Personalidade fascinante, portuguesa enquanto dotada de engenho e raça empreendedora, homem de descobrimento - foi o que mais nele me fascinou.
A tese histórica cresce em lugar próprio. A verdadeira história há-de contar-se um dia. Esta outra, em banda desenhada, é, assumida, ficção. E a ficção pode ser inimiga mortal da História, risco que corri, até porque o paladar mais intenso é o dos frutos proibidos.
Alexandre Honrado"



Preço: 35,00€;