sexta-feira, 7 de abril de 2017

Portugal & História - 'O DIA DA LIBERDADE - 25 de Abril de 1974', Coordenação de Pedro Lauret - Lisboa 2015 - RARO




Portugal - Os acontecimentos do dia da revolução, quando o MFA derrubou o regime do Estado novo liderando então por Marcelo Caetano


'O DIA DA LIBERDADE - 25 de Abril de 1974'
Coordenação de Pedro Lauret
Edição Versos da História
Lisboa 2015


Livro com 272 páginas (19,5 x 26), muito ilustrado e como novo. em excelente estado de conservação.
De muito difícil localização.
RARO.


Da contra-capa:
"Pelas 22h55 do dia 24 de abril os Emissores Associados de Lisboa transmitem E Depois do Adeus, de Paulo de Carvalho. Às 0h20 a Rádio Renascença coloca no ar Grândola Vila Morena, de Zeca Afonso. Estão, assim, lançadas as senhas que dão a ordem de marcha a todas as unidades do Movimento das Forças Armadas. Às 3h a maioria das unidades já está na estrada e pouco depois, às 4h30, os principais objetivos são tomados e é difundido o primeiro comunicado do Posto de Comando do MFA pelos emissores do Rádio Clube Português.

Pelas 12h30 do dia 25 de abril chega ao Largo do Carmo a coluna da Escola Prática de Cavalaria de Santarém para cercar o quartel da GNR, onde se encontra refugiado Marcelo Caetano. A partir do início da tarde, torna-se claro para os responsáveis do regime que a queda é inevitável. Por volta das 18h, Spínola recebe a rendição do Presidente do Conselho. E o povo sai à rua para festejar. É o Dia da Liberdade!"



O AUTOR / Coordenador:
Pedro Manuel Cunha Lauret de Saldanha e Albuquerque nasceu em Lisboa a 23 de janeiro de 1949 e fez os estudos secundários no Liceu Camões, em Lisboa, onde foi dirigente da Ação Católica e participou nas movimentações estudantis. Frequentou a Escola Naval, onde concluiu o curso de Marinha. É um dos fundadores, em 1970, de uma organização politica clandestina de Oficiais da Armada de oposição ao Estado Novo. A partir de 1971, faz uma comissão na Guiné, como oficial imediato da Lancha de Fiscalização Orion. Em outubro de 1973, já na Metrópole, efetua, com outros oficiais, a ligação ao Movimento dos Capitães e faz parte da comissão que redigiu o Programa do Movimento das Forças Armadas e outros importantes documentos. Após o 25 de Abril, faz parte da Comissão Coordenadora do MFA Armada e da Assembleia do MFA Nacional. Em 1981, frequenta e termina uma pós graduação em Estratégia e Organização no Instituto Superior Naval de Guerra. Depois de passar à reforma em 1986 com o posto de capitão-de-mar-e-guerra, inicia atividade empresarial no âmbito da engenharia e consultoria informática. É membro fundador da Associação 25 de Abril e integra atualmente a sua Direção. Coordenou a obra Os Anos de Abril, coleção de oito volumes editada em 2014. Atualmente, dirige um projeto de investigação histórica designado «Marinha: do fim da Segunda Guerra Mundial ao 25 de Abril de 1974». É Grande Oficial da Ordem da Liberdade.


Preço: 60,00€;

Portugal & PREC - 'PROGRAMA DO MOVIMENTO DAS FORÇAS ARMADAS' - Edição MDP - Porto 1974 - MUITO RARO



Portugal & PREC - Um dos documentos mais importantes e históricos da revolução portuguesa de 25 de Abril de 1974


'PROGRAMA DO MOVIMENTO DAS FORÇAS ARMADAS'
Edição MDP (Movimento Democrático Português)
Porto 1974


Livro com 16 páginas, capa com sinais de uso e miolo em bom estado de conservação.
De muito difícil localização.
MUITO RARO.


Do ÍNDICE:
- INTRODUÇÃO - MDP (Comissão Distrital do Porto);

- PROGRAMA DO MOVIMENTO DAS FORÇAS ARMADAS PORTUGUESAS;
a. - Medidas imediatas;
B. - Medidas a curto prazo;
C. - Considerações finais;

- CONSELHO DE ESTADO;



Preço: 20,00€;

sábado, 25 de fevereiro de 2017

Angola & Literatura - 'MEMÓRIAS E EPITÁFIOS (Textos Nostálgicos)', de Mário António - Lobito 1974 - MUITO RARO



Angola & Literatura - Da autoria de um dos mais brilhantes intelectuais angolanos


'MEMÓRIAS E EPITÁFIOS (Textos Nostálgicos)'
De Mário António
Edição Capricórnio
Lobito 1974


Livro com 18 páginas e em muito bom estado de conservação.
De muito, muito difícil localização.
MUITO RARO.


Preço: 42,50€;

Ultramar & Colonialismo - 'RECORDAÇÕES DA CAPITAL DE ANGOLA DE OUTROS TEMPOS', de Júlio de Castro Lopo - Luanda 1964 - MUITO RARO



Ultramar & Colonialismo - Apontamentos históricos de Luanda em tempos do passado


'RECORDAÇÕES DA CAPITAL DE ANGOLA DE OUTROS TEMPOS'
De Júlio de Castro Lopo
Edição CITA (Centro de Informação e Turismo de Angola)
Luanda 1964


Livro com 52 páginas, ilustrado e em muito bom estado de conservação.
De muito difícil localização.
MUITO RARO.


Do ÍNDICE;
- Sociedade Geografia de Luanda;
- Apontamentos diversos;
- Notas jornalísticas;
- Sobre um romances e outros apontamentos;
- NOTAS;
- Gravuras;



Preço: 60,00€;

Angola & Ultramar - Lote de 2 postais de Moçâmedes (Ano 1926) - MUITO RARO



Angola & Ultramar - As populações indígenas do sul desta ex-colónia portuguesa nos finais dos anos vinte do século XX


Lote de 2 postais de Moçâmedes (Ano 1926)
1. - MOSSAMEDES - Grupos de Mondombes; (Não circulado)
2. - Famílias 'principescas'; (circulado de Angola p Lisboa - c selo e datado de 12.12.1927)


Em bom estado de conservação.


De muito, muito difícil localização.
MUITO RARO.


Preço: 50,00€ (Lote completo)

Angola & Literatura - 'A REVOLTA', de Leonel Cosme - Sá da Bandeira 1963 (1.ª edição) - MUITO RARO



Angola & Literatura - Obra de um dos escritores angolanos mais consagrados


'A REVOLTA' (1.ª edição)
De Leonel Cosme
Edição Imbondeiro
Sá da Bandeira 1963


Livro com 282 páginas e em muito bom estado de conservação.
De muito, muito difícil localização.
MUITO RARO.


Uma obra, editada pela prestigiada editora de Sá da Bandeira, 'Imbondeiro', de um dos escritores angolanos mais consagrados, na sua primeira edição de muito difícil localização..


Preço; 47,50€;

Angola & Literatura - 'NA TERRA DO CAFÉ', de Metzner Leone - Lisboa 1946 - RARO



Angola & Literatura - A acção da obra centra-se na zona da Gabela, numa fazenda de Café e com protagonistas portugueses e angolanos durante o período colonial


'NA TERRA DO CAFÉ'
De Metzner Leone
Ilustração da capa de José de Moura
Edição da Livraria Popular Francisco Franco
Lisboa 1946


Livro com 206 páginas e em muito bom estado de conservação.
De muito difícil localização.
RARO.


A acção do romance de Eduardo Metzner Leone 'NA TERRA DO CAFÉ', decorre na zona da Gabela, centro de Angola, onde predominavam as fazendas com extensos cafezais. Como protagonista principal o autor traça o perfil de um jovem colono português, que é contratado como feitor de uma exploração agrícola, e em face da sua juventude acaba por ser vítima da inexperiência de vida, com os relacionamentos amorosos e os preconceitos raciais a misturarem-se na vida quotidiana.

O se envolvimento com uma nativa e o seu feitio causam problemas no seu relacionamento com os administradores da firma associado à convivência com um clima social de que era totalmente estranho, constituem a linha dorsal da obra de Metzner Leone.


Eduardo Metzner Leone (1914-1987):

"Ensaísta e tradutor, romancista, dramaturgo e homem sempre ligado à Imprensa, Metzner Leone (1914-1986) tinha 60 anos aquando do 25 de Abril. Numa idade em que podia ter-se acomodado numa confortável reforma, regressou ao combate jornalístico e voltou a ser repórter. Levou a investigação do mistério do navio costeiro Angoche tão longe quanto lhe permitiram as autoridades portuguesas de então, pouco interessadas em molestar o regime de Samora Machel – e acabou por tornar-se um verdadeiro especialista no tema, publicando em livro o essencial das suas conclusões (“Caso Angoche: Mais um Crime Impune”, editado por Waldemar Paradela de Abreu com a chancela da ‘Intervenção’).

De espírito jovial e combativo, era uma inspiração para os jornalistas mais novos, com quem acamaradava descontraidamente como se tivesse, também ele, acabado de chegar à profissão. E, no entanto…

Nascido numa família de tradições castrenses, Eduardo Henrique Metzner Leone teve uma das mais duradouras e brilhantes carreiras do jornalismo português do século XX. As suas primeiras publicações na Imprensa remontam a 1936, tendo trabalhado nos principais jornais e revistas nacionais ao longo de meio século, com destaque para o ‘Diário de Notícias’ e o ‘Diário Popular’. Ficaram célebres as suas reportagens vivas e coloridas nas terras do Império, aquando da viagem do Presidente da República, Óscar Carmona, às possessões ultramarinas, em 1939.

No início da carreira, ‘dandy’ com lugar cativo no Chiado e nas tertúlias literárias e políticas do seu tempo, Metzner Leone ostentava um faiscante monóculo, que então era moda entre os antigos alunos do Colégio Militar, como ele. Mas o seu espírito inquisitivo levou-o com frequência a afivelar o bornal de viajante e explorador, tendo vivido em Timor e em Angola.

Datam dos anos 30 e 40 alguns dos seus primeiros livros de fervor nacionalista, como “A Ideia Nova” e “Rumo ao Império”, sempre pontuados por uma obra romanesca plena de referências patrióticas, em que sobressai “Na Terra do Café”. “Mais nenhum povo europeu realizou no Ultramar obra semelhante à dos portugueses”, escreveu Metzner em “O Brasil e o Colonialismo Português”, um dos seus livros mais ensaísticos. “Foi o português o único povo criador de povos, o único que deu o seu sangue e a sua alma às populações ultramarinas”.

Aspecto incontornável da obra jornalística e literária de Metzner Leone é a sua análise da situação europeia no início dos anos 40. Tendo vivido e trabalhado em Berlim nesse período crucial da história contemporânea, deixou-nos três livros de testemunho que são hoje preciosidades bibliográficas: “Drama Europeu” (1940), “Nazis/Dez Meses na Alemanha em Guerra” (1941) e “Na Hora Decisiva” (1943).

A partir dos anos 50, Metzner iniciou uma apaixonada relação com o Brasil, onde chegou a viver por largos períodos. O seu livro “Um Português no Brasil” reflecte essa paixão. Ainda no país-irmão, foi o autor do guião de um filme célebre realizado por Arthur Duarte, “Encontro Com a Morte”, que contou com Orlando Vilar e Irma Alvarez nos papéis principais.

Depois do 25 de Abril, inconformado com a derrocada dos valores por que sempre se batera, Metzner Leone atravessou o PREC com enorme coragem cívica e publicou, à contra-corrente, várias obras de divulgação histórica, como “O Preste João das Índias”, “Fernão de Magalhães Não Traiu”, “Camões: o Homem e o Mito” e “A Maravilhosa Viagem de Pedro Alvares Cabral” (reedição da sua aclamada biografia do grande descobridor, dada pela primeira vez à estampa em 1960)."

Fonte: http://jornaldiabo.com/cultura/angoche/


Preço; 32,50€;

Portugal & PREC - 'UM, DOIS, ESQUERDO, DIREITO - Figuras Políticas', de Luís Gonçalves - Lisboa 1976 - MUITO RARO




Portugal & PREC - A revolução e o processo político decorrente do 25 de Abril de 1974 em extraordinários desenhos dos acontecimentos e dos seus protagonistas


'UM, DOIS, ESQUERDO, DIREITO - Figuras Políticas'
De Luís Gonçalves
Editora Didáctica
Lisboa 1976


Livro com 80 páginas, muito ilustrado e em muito bom estado de conservação.
De muito, muito difícil localização.
MUITO RARO.


Esta obra, ilustrada com com desenhos de Luís Gonçalves, retrata alguns dos principais acontecimentos e protagonistas políticos e militares do período pós 25 de Abril de 1974. Um documento histórico daqueles acontecimentos. E único no g´´enero.


Preço: 50,00€;

Angola & Colonialismo - 'RELATOS DOS ACONTECIMENTOS DE DALA TANDO E LUCALA', de António de Assis Júnior - Luanda 1985 - RARO



Angola & Colonialismo - Relato de factos ilustrativos da resistência anti-colonial nos inícios do século XX


'RELATOS DOS ACONTECIMENTOS DE DALA TANDO E LUCALA'
De António de Assis Júnior
Edição da União dos Escritores Angolanos
Luanda 1985


Livro com 162 páginas e em muito bom estado de conservação.
De muito difícil localização.
RARO.


Da contra-capa:
"Os acontecimentos que este livro relata, ocorridos em Dala Tando e Lucala em Julho e Agosto de 1917 e que levaram à prisão António de Assis Júnior e outros angolanos por suposta instigação de um movimento nativista, esses acontecimentos não podem ser compreendidos sem um correcto enquadramento no contexto histórico em que ocorreram..."


"Estava longe de suspeitar que viria um dia a figurar na tal fita da sonhada conspiração, e passaria privações sem conta, que jamais esquecerei: Em 2 de Agosto, quinta-feira, passava pela estação da Funda, de que eu era o chefe, um comboio ordinário, levando uma carruagem de 3ª classe com presos. Por uns zunzuns, sabia já que os brancos de Dala - Tando e Lucala queriam comer carne de preto... Como estava determinado, nela entrei sem oposição das sentinelas, para efectuar a revisão que havia feito em todas as outras. Já dentro dela fui pelos soldados, perfeitos selvagens que jamais vi iguais, violentamente agredido (e o comboio em marcha), descalçado, rasgada a roupa e o boné do uniforme e imediatamente amarrado. E isto feito em menos tempo que o necessário para o contar. O condutor, porém, após 3 quilómetros de percurso da estação, fez parar o comboio e ali aparecera a declinar a minha identidade, sendo então desamarrado e solto; mas muito maltratado e contuso. (...) No noite do dia 5- domingo-, estando de serviço na estação do Bundo, apareceram 2 sargentos - um dos quis reconheci ser o Felizardo- que confidencialmente falaram ao chefe Armendia, que, depois, me impediu que os acompanhasse à polícia. Estranhei o facto, mas eles procuraram sossegar-me: -Não tenha receio; é apenas para prestar declarações sobre a sua agressão na Funda. Como os presos que assistiram ao caso vão ser deportados esta noite, não poderão depois testemunhá-lo. O interesse, pois, é seu... -Decidi-me a ir, pois se eu nada havia feito... Chegado à polícia fui, logo recolhido na prisão n.º 4 - segredo - ; dois dias depois fui presente ao comandante e aí relatei o caso, sendo recolhido de novo à prisão. Uma semana depois fui presente ao administrador, Viana Frazão, e acompanhado por este, por dois sargentos (Carvalho e Gonçalves), escrivão Freitas e 2 polícias, fomos todos à minha casa, onde procederam a uma busca e apreensão de toda a minha correspondência e algum dinheiro que encontraram na mala - uma parte do qual me foi entregue na polícia mediante recibo. A correspondência e parte do dinheiro até hoje não sei deles."
In - 'RELATO DOS ACONTECIMENTOS DE DALA TANDO E LUCALA'.


Do ÍNDICE:
- PREFÁCIO - Por Henrique Guerra;

PARTE I
- Razão de Ser;

- Preliminares;
- Como eu fui preso;
- Na prisão;
- Mais prisões;
- Diligências;
- Uma blague;

PARTE II
- Crítica situação;
- Consequências;
- Depoimentos;
- O meu papel na conspiração;
- Parêntesis;
- O início da conspiração;
- Depoimento final;

- CONCLUSÃO.



ANTÓNIO DE ASSIS JÍNIOR:
De seu nome completo, nasceu em 1887, na vila do Golungo Alto, província do Kwanza Norte.
Publicou a novela 'RELATO DOS ACONTECIMENTOS DALA TANDO E LUCALA' e 'SEGREDO DA MORTA' (1935), para além de um dicionário de kimbundu-português, na senda do exemplo do filólogo Cordeiro de Mata. Como advogado destacou-se na defesa intransigente dos direitos dos camponeses espoliados das suas terras pelos colonos.
Nacionalista assumido e convicto foi co-fundador da Liga Nacional Africana. Devido à sua forte postura cívica a favor dos nativos, foi desterrado para Lisboa, onde viria a falecer em 1961, amargurado, fora da terra - mãe que muito amava.


Preço: 27,50€;

Angola & Ultramar - 'MEMÓRIA HISTÓRICA DO SANTUÁRIO DE NOSSA SENHORA DO MONTE', de Zarco d'Almeirim - Coimbra 1932 - MUITO RARO



Angola & Ultramar - O Santuário mais conhecido do sul da antiga colónia portuguesa da África ocidental


'MEMÓRIA HISTÓRICA DO SANTUÁRIO DE NOSSA SENHORA DO MONTE'
De Zarco d'Almeirim
Edição Coimbra Editora
Coimbra 1932


Livro com 56 páginas, ilustrado e em bom estado de conservação.
De muito, muito difícil localização.
MUITO RARO.


Obra dedicada ao Santuário mais conhecido do sul da antiga colónia portuguesa da África ocidental, a sua história, descrição e importância na fá dos cristãos portugueses e indígenas, seus frequentadores e admiradores.

Obra única no género e de grande importância histórica e documental.


Preço: 0,00€ (Indisponível)